A APCM – Associação Pólo
de Competitividade da Moda

foi constituída por escritura pública realizada a 9 Outubro de 2008. Iniciou, de forma efectiva, as suas actividades no ano de 2009 com a eleição dos seus primeiros órgãos sociais, os quais foram escolhidos entre os membros fundadores da Associação, a 11 de Fevereiro.

A eleição dos primeiros corpos sociais, em particular o seu órgão executivo, o Conselho de Administração, permitiu a gestão operacional e regular da organização, traduzindo-se a sua acção na definição e apresentação do documento “Estratégia e Programa de Acção do Pólo de Competitividade da Moda – O Pólo da Competitividade da Moda Portuguesa face aos desafios do início do século XXI” à medida EEC


(Estratégias de Eficiência Colectiva) do Programa POFC – Compete do QREN, o que permitiu o reconhecimento como Pólo de Competitividade e Tecnologia.

A APCM foi reconhecida como Pólo de Competitividade e Tecnologia por decisão do Ministro da Economia e Inovação, comunicada pelo Gestor do Programa Compete, em 16 de Julho de 2009, após apresentação do documento “Estratégia e Programa de Acção do Pólo de Competitividade da Moda – O Pólo da Competitividade da Moda Portuguesa face aos desafios do início do século XXI”, como atrás foi referido.

“Estratégia e Programa de Acção do Pólo de Competitividade da Moda – O Pólo da Competitividade da Moda Portuguesa face aos desafios do início do século XXI”

PROJECTOS-ÂNCORA

No seu documento de estratégia acima mencionado, a APCM definiu 5 eixos prioritários e estruturantes, designadamente Moda e Imagem, Responsabilidade Social, Intelligence, Inovação Tecnológica e Qualificação dos Recursos Humanos, e seis projectos-âncora correspondentes, concretizadores dos objectivos que lhe estão subjacentes, a saber:
“Instituto Português da Moda”
“Fight For Fashion” (Campanha de Imagem)
“Competitividade Responsável”
“Fashion for the Future”
“IMATEC”
“Qualificação e Formação”

As candidaturas aos projectos Campanha de Imagem, Responsabilidade Social e Intelligence foram apresentadas ainda em 2009, a primeira directamente pelo promotor APCM e as restantes através dos Centros Tecnológicos, CITEVE - Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e CTCP – Centro Tecnológico do Calçado de Portugal. Os projectos relacionados com a Inovação Tecnológica foram apresentados pelos mesmos Centros Tecnológicos.
Os projectos “Instituto Português da Moda” e “Qualificação e Formação” aguardam abertura de concursos pelo P.O.Norte e pelo POPH, respectivamente.

PROJECTOS COMPLEMENTARES

O reconhecimento da APCM como Pólo de Competitividade da Moda, a que se associam os seus seis projectos-âncora ou estruturantes, permitiu simultaneamente que um conjunto alargado de projectos, denominados como complementares (à estratégia do Pólo), pudessem ser classificados como tal, desde que cumprissem os critérios de enquadramento, entretanto definidos pela APCM. A vantagem deste reconhecimento, no quadro dos regulamentos das EEC do Programa Compete, foi permitir às empresas e instituições promotoras, membros ou não da APCM, uma maior prioridade na apreciação das respectivas candidaturas e a obtenção de uma majoração de 5% no incentivo.

ESTATUTOS

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A Moda é um elemento fulcral na vida económica e social contemporânea, pelo menos nos países desenvolvidos

A nível pessoal, o acompanhamento, ou a rejeição, das tendências de Moda desempenha um papel fundamental na construção da identidade social do indivíduo e na determinação dos seus padrões de consumo. Consequentemente, o posicionamento face a essas tendências pode-se revelar determinante para o sucesso empresarial. Noutro plano, a capacidade para marcar essas tendências é um elemento definidor da identidade e cultura de determinados países, como a França ou a Itália, e cidades, como Paris, Milão ou Nova Iorque. O objectivo do Pólo de Competitividade da Moda é a afirmação internacional de Portugal como criador e produtor de excelência na Moda. Só assim é que as indústrias relacionadas com este fenómeno poderão enfrentar a concorrência cada vez mais agressiva com que estão confrontadas, e cujas consequências a actual crise económica veio acentuar, continuando a dar um contributo fundamental para a economia nacional. Trata-se de um objectivo ambicioso, num contexto em que as vozes dominantes, olhando ao que se passou noutros países europeus, propalam o inevitável declínio, quiçá mesmo extinção, daquelas indústrias. Para além de a sua revitalização ser um desígnio nacional, como atrás se demonstrou, é, igualmente, um objectivo que está ao alcance da Moda portuguesa, em função da leitura que fazemos do seu enquadramento estratégico. Como aconteceu em toda a Europa, a indústria portuguesa da Moda tem estado, na última década, sujeita a um conjunto de tendências desfavoráveis. Do lado da oferta, o mais frequentemente mencionado, o processo de globalização, consubstanciado em fenómenos como a criação da OMC, a integração da China nesta organização e a caducidade


dos acordos multi-fibras, veio levar a um formidável incremento da pressão concorrencial que, manifestando-se predominantemente nos segmentos de mercado mais massificados, não deixa de se fazer sentir nos restantes. Do lado da procura, os ténues ritmos de crescimento conseguidos pela economia europeia, e em particular pela nacional, conjugados com uma evolução demográfica desfavorável, não têm permitido que o mercado europeu, para onde se orienta uma parte significativa das nossas vendas, apresente o desejável dinamismo. A grave crise económica internacional que se manifestou no último ano veio agravar, ainda mais, este panorama. Ao mesmo tempo, as grandes superfícies, com o seu enorme poder negocial, têm vindo a assumir uma posição de relevo na distribuição destes produtos. É certo que o já mencionado processo de globalização abre potencialmente oportunidades de negócio noutros continentes, nomeadamente no asiático. A concretização deste potencial tem esbarrado, entretanto, com a utilização hábil e deliberada de todo o tipo de tácticas anti-concorrenciais por parte das autoridades locais. Além disso, a valorização do euro tem constituído um enorme obstáculo à penetração da oferta europeia noutros continentes tendo, inversamente, facilitado a invasão do mercado europeu por produtos de outras origens. Tudo isto se tem reflectido negativamente na base empresarial da indústria nacional da Moda, não sendo invulgar que a comunicação social retrate a situação em tons desastrosos. De facto, o noticiário sobre esta indústria quase se resume a aspectos negativos e quando se compara a atenção que lhe é dedicada com a que recebem outras actividades, normalmente com um conteúdo tecnológico mais visível, embora não necessariamente mais significativo, poder-se-ia pensar que a sua importância na economia portuguesa é diminuta. Nada, evidentemente, anda mais longe da verdade.

Porquê um pólo de competitividade juntando têxtil, vestuário, calçado e ourivesaria?

A racionalidade fundamental da convergência das indústrias do têxtil, vestuário, calçado e ourivesaria e joalharia na criação deste pólo de competitividade prende-se com as sinergias que a sua actuação coordenada permitirá em termos da afirmação de Portugal enquanto produtor e criador de Moda, como forma de viabilizar a progressão da indústria portuguesa na cadeia de valor. Estas sinergias devem manifestar-se a diversos níveis, nomeadamente:
- É necessário reforçar as capacidades e competências nacionais ao nível da criação e design e promover a incorporação dessas capacidades e competências pelo tecido empresarial, como forma, também, de garantir a orientação para o mercado daquelas actividades;
- É necessário reforçar as capacidades nacionais de vigilância e inteligência competitiva, de forma a perceber atempadamente as tendências de Moda que se desenham a nível internacional e a compreender as estratégias dos principais concorrentes e os riscos e oportunidades que delas decorrem;
- É necessário reforçar a capacidade da indústria da Moda para utilizar a inovação, em geral, e a I&DT, em particular, para diferenciar a sua oferta e para minimizar as desvantagens custo com que está confrontada face a concorrentes que beneficiam de custos de mão-de-obra mais favoráveis;
- É necessário estimular a inovação e a criatividade empresarial no desenho e operacionalização de novos modelos de negócio, aproveitando, nomeadamente, as potencialidades oferecidas pelas novas tecnologias;
- É necessário promover a melhoria da qualificação média, desde os dirigentes à base, incluindo um esforço de recrutamento de jovens com formação média ou superior;

- É necessário garantir estratégias empresariais orientadas para a sustentabilidade e responsabilidade social, como forma de criar novos modelos competitivos abertos ao futuro;
- É necessário fazer um upgrade, nacional e internacional, da imagem e promoção da oferta portuguesa e afirmar a vocação do país enquanto produtor de excelência e criador de Moda.
Apesar das especificidades de cada uma das indústrias que compõem o cluster, todas elas partilham algumas características, para além da sua relação íntima com o fenómeno da Moda: produzem bens transaccionáveis; têm uma actividade orientada para a exportação e uma tradicional vocação para a internacionalização; estão fortemente expostas à concorrência internacional; continuam a ser responsáveis por um volume elevado de emprego; são dominadas por PME; têm um défice de imagem, não apenas comercial como enquanto instâncias de produção e aplicação de inovação. Por todo este conjunto de razões, a sua actuação coordenada oferece uma maior probabilidade de sucesso, em qualquer um daqueles níveis, do que a realização de uma série de esforços desencontrados, de âmbito meramente sectorial. Os conceitos fundamentais da Moda estão, actualmente, muito ligados a “estilos de vida”, tendo implicações no vestuário, no calçado e nos adornos pessoais. Daí que faça mais sentido pensar coordenadamente o desenvolvimento das capacidades de criação, dos instrumentos de vigilância de tendências ou dos esforços de promoção da imagem, bem assim como os investimentos na investigação e no desenvolvimento de materiais, processos, equipamentos, produtos ou meios de chegar ao consumidor final. A coordenação permitirá, além do mais, uma maior eficiência na utilização dos meios utilizados, uma vez que a sua aplicação em benefício de um dos sectores pode ser aproveitada em proveito dos restantes.

CONSELHO DE FUNDADORES

Presidente: Fortunato Oliveira Frederico, em representação da APICCAPS

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente: Orlando Lopes da Cunha, em representação da ANIVEC/APIV
Vice-Presidente: Fátima Maria Pinto Lopes, em representação da Fátima Lopes, Lda.
Secretário: José Carlos Caldeira Pinto de Sousa, em representação do INESC

CONSELHO FISCAL

Presidente: Manuel Correia Ramos, em representação da AORP
Vogal: António Braz Costa, em representação do CITEVE
Vogal: Joaquim Leandro Melo, em representação do CTCP

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: João Oliveira da Costa, em representação da ATP
Vogal: Armindo Lourenço Monteiro, em representação da ANJE
Vogal: Manuel Carlos Costa da Silva, em representação da APICCAPS

ADMISSÃO DE SÓCIOS

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REGULAMENTO E COTAS

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FIGHT FOR FASHION / CAMPANHA DE IMAGEM DA FILEIR

Apesar dos níveis de qualidade já atingidos por muitos criadores e fabricantes nacionais, e da reputação que alguns já conseguiram a nível individual, Portugal não é ainda normalmente reconhecido como um país “de Moda”. Pelo contrário, a origem Portugal tem, ainda, por vezes, conotações negativas que penalizam a afirmação dos produtos nacionais. O objectivo deste projecto é combater o défice de imagem com que a Moda portuguesa se debate. Salienta-se que a campanha visará prosseguir este objectivo, quer nos mercados internacionais, quer no próprio mercado português, onde a origem nacional é, tantas vezes, motivo de particular desvalorização para o produto. Salienta-se igualmente que o que se pretende com esta campanha é trabalhar a imagem colectiva da Moda portuguesa. A campanha não substitui nem dispensa outras actividades, com foco mais específico, nomeadamente em termos sectoriais, que continuarão a ser desenvolvidas pelas entidades que integram a APCM e que, desejavelmente, surgirão como projectos complementares do projecto âncora aqui previsto.

QUALIFICAÇÃO E FORMAÇÃO

O projecto Qualificação e Formação visa:
. Contribuir para o desígnio nacional de aumento das qualificações;
. Proporcionar a integração de quadros em áreas emergentes;
. Promover o desenvolvimento de competências core e emergentes;
. Conceber e Desenvolver recursos em conhecimento suportados pelas NTIC.

IMATEC

O projecto IMATEC visa desenvolver de forma estruturada um programa de acção, de carácter transversal
e orientado à inteligência tecnológica/indução de actores (ligação a outras estratégias colectivas de âmbito nacional
e Europeu), com vista a:
. Prática de inteligence em áreas de conhecimento/tecnologias consideradas prioritárias para a produção de inovação orientada à fileira moda;
. Indução da geração de novos projectos empresariais suportados por estratégias de empreendedorismo com base em tecnologia e conhecimento;
. Articulação e concertação entre diferentes estratégias de eficiência colectiva, através de uma maior e mais eficiente articulação e colaboração entre actores de sectores complementares à fileira Moda, com vista à identificação de oportunidades de elevado potencial de exploração em mercados com interesse económico e conteúdo tecnológico.

Salienta-se, para obviar a qualquer possível confusão, que o objecto da prática de intelligence presente neste projecto não se confunde nem se sobrepõe à que integra o projecto âncora Instituto Português da Moda: enquanto as actividades que este último desenvolverá se dirigirão às tendências de moda, consumo e mercados, as que se incluem no IMATEC estão orientadas para o domínio tecnológico.

FASHION FOR THE FUTURE


Este projecto âncora visa potenciar as sinergias existentes entre empresas industriais e instituições do cluster da Moda, contribuindo para a sua competitividade à escala mundial no fabrico de produtos de gama alta e de elevado desempenho, através da concretização dos seguintes objectivos:
. Geração duma dinâmica favorável à obtenção de resultados na economia, ao nível do conhecimento e integração de tecnologias e sua orientação ao desenvolvimento de produtos, processos de transformação e processos de negócio inovadores e respectiva exploração económica pelas indústrias da moda;
. Desenho e implementação de projectos integrados e complementares de I&DT&i (investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação) empresarialmente orientados às indústrias da moda;
. Apoio a geração e a transferência de conhecimento para as indústrias da moda;
. Apoio a implementação de soluções tecnológicas inter e intra-Pólo;
. Garantir uma eficiente integração e efeito indutor dos resultados de desenvolvimento alcançados, para o exterior do consórcio e dos sub40/141 consórcios, enquanto elemento indutor de geração maior e melhor inovação nas empresas da fileira, em particular das PME’s.

COMPETITIVIDADE RESPONSÁVEL

O projecto âncora Competitividade Responsável, tendo por base a situação actual e os planos estratégicos das indústrias que integram o cluster da Moda, visa atingir os seguintes objectivos:

. Promover e dinamizar a aplicação de práticas de responsabilidade social;
. Desenvolver, dinamizar e implementar o desenvolvimento sustentável;
. Desenvolver, valorizar e divulgar os mecanismos de certificação de empresas e produtos;
. Agregar e concentrar todo o conhecimento num ponto de acesso comum;
. Promover, reconverter e/ou desenvolver novas competências;
. Promover a inovação organizacional das empresas.

INSTITUTO PORTUGUÊS DA MODA

Este projecto âncora visa suportar a constituição e início de actividade de uma instituição, o Instituto Português da Moda, que corresponde a uma necessidade de há muito sentida pelas empresas das indústrias constituintes do cluster, o que, aliás, ao longo dos últimos vinte anos se traduziu em múltiplas tentativas de, numa ou noutra configuração, criar uma grande instituição neste domínio.


O cluster da Moda é constituído, de forma largamente predominante, como já se demonstrou, por pequenas e micro empresas. Estas empresas não têm capacidade financeira para investir em actividades de recolha de intelligence acerca das tendências de moda, consumo e mercados que, no entanto, se pode revelar determinante para o seu sucesso. Uma das principais funções do IPM será responder a esta falha de mercado, organizando de forma colectiva estas actividades e encontrando os mecanismos adequados para as financiar.

Para além disso, a afirmação de Portugal como criador e produtor de excelência, no domínio da Moda, não pode fazer-se sem que as empresas nacionais tenham acesso a recursos humanos devidamente qualificados. Embora exista uma ampla – provavelmente até demasiado ampla – oferta de cursos na área do design e da moda em Portugal, a verdade é que, sobretudo quando se consideram as actividades criativas de maior potencial, se detectam notórias lacunas na oferta existente e na sua adequação às necessidades empresariais.

Também aqui se propõe que o IPM assuma um papel de liderança que permita romper com a situação existente, introduzindo-lhe racionalidade, evitando redundâncias e, sobretudo, garantindo uma qualidade de nível internacional na formação.

Complementando esta actividade, não é necessário, nem desejável que todos os criativos, formados ou não pelo IPM, se venham a tornar quadros das empresas já existentes; pelo contrário, é de toda a conveniência que alguns deles arrisquem na criação das suas próprias empresas, como forma de permitir uma maior liberdade para concretização das suas ideias. O IPM assumirá igualmente a responsabilidade de facilitar estas iniciativas, coordenando uma estrutura de incubação vocacionada para estes domínios de actividade.

O IPM não é, no entanto, uma realidade finalizada nem estática. A sua configuração ir-se-á ajustando, para o que é essencial garantir uma disponibilidade para acompanhar e analisar as experiências internacionais mais significativas, integrando as lições mais relevantes que das mesmas decorram, numa perspectiva de tornar o IPM um player reconhecido e uma instância de referência, mesmo ao nível internacional.

10 Outubro 2014

WHAT S UP - OLHAR A MODA

O Novo What´s Up - Olhar a moda, o único programa da televisão portuguesa integralmente dedicado ao calçado e moda nacional vai passar, já este Sábado, dia 11 de Outubro, às 21h46, na RTP2.
 
What´s Up - Olhar a moda é  um programa desenvolvido pela APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos) com o apoio do Programa Compete, em parceria com a Rádio Televisão de Portugal (RTP).
Com um formato mensal de 30 minutos, What´s Up - Olhar a moda parte de um dos sectores mais relevantes da economia portuguesa, o calçado, para explorar o universo da moda em Portugal.
What´s Up - Olhar a moda é apresentado por Ana Viriato e acompanha, passo a passo, os grandes eventos da moda em Portugal, contando as histórias mais relevantes e dando voz aos protagonistas da indústria mais internacionalizada da economia portuguesa, que exporta anualmente 75 milhões de pares de calçado, no valor de 1.800 milhões de euros para 150 países nos cinco continentes.
Nesta edição em particular, gostaríamos de o convidar a conhecer alguns dos mais promissores jovens empreendedores da moda nacional. Apresentamos-lhe, ainda, Armando Silva, um dos grandes embaixadores do calçado português no mundo. Fique ainda a conhecer dois dos grandes protagonistas da moda nacional, o criador Nuno Gama e o manequim internacional Luis Borges, o Afro Boy.
Este programa insere-se num projeto comunicacional mais amplo, no âmbito da campanha de comunicação em curso Portuguese Shoes – The Sexiest Industry in Europe, que em Portugal tem por objetivo atrair jovens para a indústria portuguesa de calçado.
 
What´s Up – Olhar a moda – apresentação

02 Outubro 2014

ITV COM ESTRATÉGIA

O novo Plano Estratégico para o sector têxtil e vestuário foi apresentado no XVI Fórum da Indústria Têxtil, subordinado ao tema “Cluster Têxtil Moda 2020, Estratégia e Ação”, numa edição que contou com centenas de empresários na plateia e com a intervenção do Ministro da Economia, António Pires de Lima. 

 

A abertura oficial da 16.ª edição do Fórum da Indústria Têxtil ficou a cargo de João Costa, presidente da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal e do Fórum da Indústria Têxtil, que perante o Ministro da Economia, António Pires de Lima, e cerca de 300 empresários, reafirmou a importância da indústria têxtil e vestuário na economia do país. «Este sector representa ainda cerca de 10% das exportações, 20% do emprego na indústria transformadora e é um sector que tem ainda um papel muito relevante na economia», apontou, referindo ainda «deve ultrapassar os 4,5 mil milhões de euros de exportações, valor que já não tinha desde 2004».

Uma avaliação confirmada na intervenção de António Pires de Lima. «O sector têxtil tem dado uma força importante, ajudando a abrir novos roteiros na exportação», sublinhou, dando como exemplos o crescimento sustentado das vendas em mercados como a América do Norte, a Escandinávia, África e Ásia. Algo que, acredita o Ministro da Economia, tem sido conseguido graças à cooperação entre universidades, empresas e administração pública. «É uma troika de sucesso que está a alavancar a competitividade portuguesa», referiu.

O Plano Estratégico, da autoria de Ana Paula Diniz, Daniel Agis e Paulo Vaz, diretor-geral da ATP, foi apresentado por este último, que fez o retrato da atual situação do sector, referindo que embora tenha perdido importância em termos relativos, «tem vindo a crescer em termos de emprego e exportações». O sector está ainda mais homogéneo, mais estruturado e concentrado na região Norte, à volta dos concelhos do Vale do Ave, do Cávado e do Sousa, muito centrado ainda no seu ADN industrial, mostra-se indiferente ou desconfiado face aos centros de poder e constitui um “cluster” natural ou selvagem. Paulo Vaz referiu ainda os sete eixos estruturantes da mudança, que passam pela capitalização das empresas e financiamento da atividade, melhoria da gestão das organizações, competitividade para ser concorrencial à escala global, inovação, valorização dos recursos humanos, imagem e visibilidade do sector e empreendedorismo, e os três caminhos possíveis para a indústria têxtil e vestuário: aposta na moda, diversificação industrial e o “private label”.

Quanto aos cenários futuros, descritos como “ouro”, “prata” e “chumbo”, o diretor da ATP e coautor do Plano Estratégico acredita que o cenário ouro – que aponta para 2020 a existência de 5 mil empresas, 100 mil trabalhadores diretos, 6,5 mil milhões de euros de volume de negócios, dos quais 5 mil milhões em exportações – «é mais possível hoje do que há cinco anos».

A apresentação do Plano Estratégico foi seguida de um debate moderado por Júlio Magalhães, diretor do Porto Canal, subordinado ao tema “Construir um “Cluster” de Sucesso para a Indústria Têxtil e Vestuário Portuguesa”.

Daniel Bessa, diretor da Cotec, foi o primeiro a intervir, mostrando-se menos otimista em relação ao futuro do sector. «Para mim, este sector tem um grande desafio: estamos aqui todos juntos, mas não há muito em comum. O sector passa por aprofundar as cadeias de valor de cada um», argumentou. «Podemos continuar juntos, mas vamos ter de fazer um trabalho cada vez mais especializado». Por seu lado, Alberto Castro, diretor do Gabinete de Estudos da Universidade Católica Portuguesa, mostrou-se mais otimista e considera que «o têxtil, o vestuário e o calçado estão aqui e de boa saúde. A certa altura começaram a ter um plano, uma estratégia e, mais do que ter, seguiram essa estratégia». Como tal, «havendo esta predisposição para o combate, o cluster da moda no sentido B2C não é um jogo que devamos dar por perdido à partida, porque há aí espaço», apontou.

João Costa sublinhou que, dada a natureza, complexidade e diversidade produtiva do sector, «não podemos pensar em deixar o private label» e «o B2C nunca será a maior parte do negócio». No entanto, sublinhou, «este sector constitui um cluster completo», com os clientes a «encontrar tudo, das fiações ao produto final, numa área geográfica reduzida».

No entanto, afirmou António Amorim, presidente do centro tecnológico Citeve, «para haver um cluster organizado é preciso haver a envolvência das empresas nos centros de competências e universidades», citando o papel do Citeve como motor de inovação.

Já Piedade Valente, da Comissão Diretiva do Compete, destacou o «percurso notável» do sector e referiu a importância de «redes colaborativas» para a evolução da indústria, um fator que estará em destaque no próximo quadro de fundos comunitários. «Haverá instrumentos que vão apoiar as empresas na materialização das suas estratégias de inovação, aposta internacionalização e aqui as redes são importantes porque vão ajudar a criar dimensão», assegurou.

O XVI Fórum da Indústria Têxtil terminou com a intervenção de Leonardo Mathias, Secretário de Estado e da Economia, que referiu a recuperação do sector têxtil e vestuário e da economia nacional como de extrema importância e exortou os empresários a não deixarem «de aproveitar as novas oportunidades que vão surgir com esta retoma». 

Fonte: Portugal Têxtil
 

01 Julho 2014

"FROM PORTUGAL" GANHA PRÉMIO

Foi atribuído ao projeto FROM PORTUGAL, desenvolvido pela Associação Selectiva Moda e apoiado pelo COMPETE  o 2º Prémio do Concurso Nacional dos "European Enterprise Award", pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido há mais de 10 anos através do projeto conjunto de internacionalização.

No passado dia 25 de Junho a ASM (Associação Selectiva Moda) foi distinguida com o 2º Prémio do Concurso Nacional dos "European Enterprise Award", na categoria Apoio à Internacionalização das Empresas, em cerimónia promovida pelo IAPMEI, em Lisboa, presidida pelo Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves.

A ASM fez-se representar pelo seu Vice-Presidente, Dr. Paulo Vaz também diretor geral da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, que recebeu o prémio pelas mãos do Presidente do IAPMEI, Dr. Miguel Cruz.

Este prémio brinda a valorização do trabalho desenvolvido pela ASM nos últimos 10 anos que tem por objetivo a promoção da internacionalização das empresas portuguesas do sector têxtil, vestuário e moda.

Em 2014 a ASM (constituída pela ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal – e pela ANIL - Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios) continua a sua estratégia de internacionalização das empresas do sector têxtil português através de um projeto conjunto aprovado e que conta com o apoio de fundos comunitários (QREN - COMPETE). Do projeto FROM PORTUGAL, fazem parte um conjunto de mais de 65 ações internacionais, que abarcam toda a fileira têxtil e moda, espalhadas por quatro e envolve cerca de 200 empresas portuguesas.

A promoção da internacionalização das empresas portuguesas do sector têxtil, vestuário e moda através da participação coletiva destas mobilizadas pela ASM foi fortemente apoiada pelo FEDER, através do COMPETE, no total de 33 milhões de euros desde 2007.

Fonte: COMPETE

11 Fevereiro 2014

EXPORTAÇÕES DO CALÇADO CRESCEM 8%

As exportações da indústria portuguesa de calçado cresceram 8% em 2013 para passarem a barreira dos 1,7 mil milhões de euros e confirmarem as previsões que apontavam para um ano recorde no sector.

No balanço do ano, a APICCAPS, associação dos industriais do calçado, sublinha que  as vendas ao exterior cresceram 28% desde 2010, com o preço médio por par de sapato a situar-se, agora, nos 23,45 euros, o segundo mais alto do mundo, atrás de Itália.

Com as exportações a crescerem a um ritmo superior ao das importações, o contributo da fileira para a balança comercial em 2013 foi de 1,3 mil milhões de euros.

Neste desempenho pesou a capacidade das empresas nacionais venderem os seus sapatos em 132 países.

Na análise dos diferentes subsectores, a APICCAPS destaca o crescimento de 2% nas exportações de componentes, nos 45 milhões de euros, enquanto os artigos de pele viram as vendas no exterior crescer 39%, para os 113 milhões. Os curtumes exportaram mais de 88 milhões de euros.

A indústria portuguesa de calçado soma 1.696 empresas e 41.295 postos de trabalho.

 

 

 

Fonte: Expresso

11 Fevereiro 2014

2013 O MELHOR DOS ÚLTIMOS 5 ANOS NA ITV PORTUGUESA

O ano de 2013 foi o melhor dos últimos 5 anos em termos de exportações da ITV Portuguesa, tendo sido registado um valor de exportação de 4.257 milhões de euros, segundo os dados provisórios divulgados hoje pelo INE.

 

Com um crescimento de 3,5% no total, as exportações da ITV Portuguesa tiveram como destinos 184 países distribuídos por todos os continentes. Com um peso de 18%, os países não comunitários foram os que registaram, em média, melhores desempenhos tendo as exportações para estes mercados crescido quase 9%.

 

Considerando o crescimento em termos absolutos, exportámos mais 47,3 milhões de euros para o Reino Unido (crescimento de 13,3%), mais 21 milhões de euros para os EUA (mais 12%), mais 14 milhões para a Tunísia (mais 33%), mais 14 milhões para Espanha (mais 1,1%) e mais 11 milhões para Angola (mais 14,1%). Nesta tabela destaque ainda para o crescimento das exportações para a China (11%) e Hong-Kong (34%).

 

Em termos de produtos, o vestuário (malha e tecido) continua a ser o principal produto exportado (representando cerca de 60% do total das exportações, em termos de valor), seguido das matérias-têxteis (entre as quais as fibras, os fios, os tecidos e os têxteis para usos técnicos) que representam 25% do total exportado e, por fim, os têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados, com um peso no total de 15% e que, este ano, tiveram um desempenho a assinalar, com um crescimento das exportações superior a 9%.

 

As importações de artigos têxteis e vestuário registaram um aumento de 7,3%, tendo alcançado um valor de 3.251 milhões de euros. Metade deste valor é relativo às importações de vestuário que, apesar do momento que atravessa a economia portuguesa, registaram um crescimento de 4,2%. Os têxteis lar e outros artigos têxteis confecionados representam cerca de 5% das importações e cresceram 5% em 2013. Por fim, as matérias têxteis representam 45% do total importado e cresceram 11%.

 

Os fornecedores extracomunitários registaram um crescimento de 15%, com destaque para as importações da Índia, Paquistão, Indonésia, China e Bangladesh que cresceram, respetivamente, 28%, 48%, 79%, 4% e 44%. Dos fornecedores comunitários, destaque para o crescimento das importações da Espanha (mais 6%), reforçando a sua posição como principal fornecedor (36,4%), da Irlanda (mais 53%), devido ao fenómeno da Primark e dos Países Baixos (mais 19%) devido ao impacto do porto de Roterdão, da Alemanha (mais 8%) e do Reino Unido (mais 12%).

 

A balança comercial do Têxtil e Vestuário registou um saldo positivo de 1.005 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 1,3.

 

Fonte: ATP

10 Fevereiro 2014

COSEC E APICCAPS PROMOVEM CONFERêNCIA SOBRE EXPORTAçõES

A COSEC, Companhia de Seguro de Créditos, S.A., em parceria com a APICCAPS, promove uma conferência dedicada ao tema das exportações, na tarde do dia 12 de Fevereiro, na cidade do Porto, no Centro de Congresso Porto Palácio.

Nesta conferência serão abordados os desafios e oportunidades das empresas portuguesas no comércio internacional com especial enfoque para os mercados emergente da América Latina.

O evento incluirá também a apresentação do estudo desenvolvido pela COSEC em conjunto com a APICCAPS, Associação para o Sector do Calçado, sobre a gestão de tesouraria das empresas portuguesas, com destaque para o sector do calçado.

Miguel Gomes da Costa, Presidente da COSEC espera, “que esta conferência possa ajudar as empresas a estarem preparadas para reagir e antecipar as adversidades e beneficiar das oportunidades, garantindo a definição de uma estratégia de crescimento sustentável e atenta às melhores práticas de mercado, especialmente em processos de exportação”.

AGENDA CONFERÊNCIA COSEC
Local: Centro Congressos Porto Palácio
Data: 12 Fevereiro de 2014


14h15  Receção dos participantes
14h30  Início e abertura do evento
• Miguel Gomes da Costa | Presidente da COSEC
• Fortunato Frederico | Presidente da APICCAPS
15h00  Parte I: Estudo sobre a Gestão de Tesouraria das empresas – destaque do sector do calçado 
• Apresentação do estudo que a COSEC, em parceria com a APICCAPS, realizou sobre a Gestão de Tesouraria das empresas portuguesas, com destaque para o sector do calçado – André Granado e Paula Monsanto Marques | Marketing COSEC
15h45  Parte II: O comércio internacional e as oportunidades de negócio no exterior
• Desafios para as Exportadoras Portuguesas – Celeste Nobre Menezes | Diretora Coordenadora no Banco BPI
• Experiência da Solunion na exportação para os mercados ibero-americanos: riscos, mercados e oportunidades de negócio - Jorge González Barroso | Responsável pela Gestão de Risco Comercial e Desenvolvimento de Produto na Solunion
17h00  Debate
17h30   Encerramento da Conferência
Miguel Gomes da Costa | Presidente da COSEC
17h45   Cocktail

 

Fonte: APICCAPS

23 Dezembro 2013

* BOAS FESTAS * BOAS FESTAS * BOAS FESTAS *

13 Dezembro 2013

DESIGN COMO DÍNAMO DA INDÚSTRIA DE MODA

Todas as atividades económicas, para progredirem, necessitam de inovação, adaptando-se aos tempos e aos desafios que a contemporaneidade coloca, mas, particularmente, aos que o futuro apresenta.

É também a capacidade de criar em permanência novos produtos, novos processos e novos serviços, gerando novas necessidades a satisfazer, que permite que os setores económicos se perpetuem, reinventando-se, regenerando o tecido empresarial, atraindo novos atores, empreendedores e quadros para, neste contexto, conferir-lhe a indispensável dinâmica que garante a sobrevivência e a continuidade.

A fileira da moda é talvez o melhor exemplo desta realidade.

Em contínua mudança, numa instabilidade criativa, sujeita a todos os desafios e ameaças, concorrendo à escala global, o cluster da moda não deixa de surpreender pela sua resistência e resiliência, assim como a capacidade de incorporar tecnologia e, sobretudo, diferenciar-se pelo design e pelo serviço.

A Câmara Municipal de Santo Tirso, ao promover uma conferência internacional, cujo tema é o Design como Dínamo da Indústria de Moda, procura debater o valor do design e da criatividade como instrumento de promoção na cadeia de valor, de diferenciação e argumento de conquista de novos públicos e mercados, capaz de projetar uma indústria com tradição, com forte implantação na região, para um futuro mais próspero e seguro.

A conferência internacional, que será realizada no dia 19 de dezembro, nas instalações da Fábrica de Santo Thyrso, nesta cidade, contará com um programa de grande qualidade e interesse, assim como a participação dos melhores especialistas nacionais da fileira moda, reputados designers e decisores políticos, tendo como key speaker, especialmente convidada para o efeito, uma das mais conhecidas e aclamadas estilistas à escala global: Agatha Ruiz de la Prada.

A estilista passará o testemunho do seu sucesso, ao conseguir impor uma marca de autor internacionalmente, o que constituirá, com toda a certeza, uma fonte de inspiração para todos os que estão a iniciar uma carreira na moda, em particular os que desejam empreender neste domínio.

Programa: Aqui.

02 Dezembro 2013

SEMINÁRIO INTERNACIONALIZAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DA MODA: PROGRAMA

29 Novembro 2013

SEMINÁRIO INTERNACIONALIZAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DA MODA

O Pólo de Competitividade da Indústria da Moda realiza, no próximo dia 5 de Dezembro, no Sheraton Porto, um Seminário de Internacionalização que, dados os temas em debate, e os seus intervenientes, será de grande interesse para a Fileira da Moda.

O Seminário que se inscreve num realização mais vasta (www.mesaportugalbrasil.com) onde se inclui a Convenção Internacional “O valor Económico do Mundo Português) acolhe em Portugal entre 5 e 7 de Dezembro, um conjunto de empresários e personalidades internacionais.

Um evento a não perder.

Inscrições:

leonorcapela@nomore.pt

+351 225 100 752

26 Novembro 2013

XV FÓRUM DA INDÚSTRIA TÊXTIL

O "Fórum da Indústria Têxtil" foi criado pela ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal como um espaço abrangente, onde toda a fileira industrial pudesse encontrar uma oportunidade para discutir os problemas que lhe são comuns e assim procurar unificar e fortalecer a "sua voz", tornando-a mais consequente e eficaz nos seus legítimos anseios e reivindicações.

As catorze primeiras sessões do Fórum, que ocuparam os últimos 17 anos, consolidaram esta iniciativa como a mais importante manifestação do Sector Têxtil e Vestuário nacional, não apenas pelo expressivo número de participantes que conseguiu reunir, mas igualmente pela inequívoca qualidade dos conteúdos debatidos e dos palestrantes convidados.

As temáticas da globalização do comércio mundial e as relações sempre polémicas entre a Indústria Têxtil e os Políticos, o desafio da competitividade e as macrotendências, a liberalização do comércio têxtil internacional, a inovação tecnológica, a apresentação de um Plano Estratégico para o Sector Têxtil e Vestuário e a mudança de paradigma de desenvolvimento do STV português, bem como a Internacionalização e o Financiamento da Atividade, entre outros assuntos, marcaram a anteriores edições do Fórum, estando agora esta subordinada à temática das empresas familiares e à sucessão familiar na gestão das organizações.

O Fórum será também o palco privilegiado para se realizar o discurso do Estado do Sector, que será dirigido à Indústria, à Comunicação Social e ao Poder Político.

O 15º. Fórum da Indústria Têxtil”, terá lugar no próximo dia 27 de Novembro, pelas 14h30, no Auditório do CITEVE, em Vila Nova de Famalicão.

Inscrições aqui.

26 Novembro 2013

CALÇADO PORTUGUÊS - GRANDE VENCEDOR DO PRÉMIO EUROPEU PROMOÇÃO EMPRESARIAL

Estiveram a concurso mais de oitocentos projetos, de 28 países, e o "Portuguese shoes: the sexiest industry in Europe" estava na short-list de 19 finalistas, em concorrência direta com a região de Champagne-Ardenne na categoria de Apoio a Internacionalização das Empresas.

Dinamizados em Portugal pelo IAPMEI, os Prémios Europeus de Promoção Empresarial (European Enterprise Promotion Awards) são um projeto da Comissão Europeia, que visa potenciar a divulgação de atividades reconhecidas como boas práticas no âmbito da promoção da iniciativa empresarial.São seis as categorias a concurso: promoção do empreendedorismo; investimento nas competências empreendedoras; desenvolvimento do ambiente empresarial; apoio à internacionalização; apoio ao desenvolvimento de mercados ecológicos; e empreendedorismo responsável e inclusivo.

“Portuguese Shoes: Designed by the Future” é o slogan da campanha desenvolvida pela Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado (APICCAPS) em parceria com a Academia de Design e Calçado, e que ajudou a promover 120 pequenas e médias empresas em feiras de todo o mundo, promovendo o calçado português como sofisticado e inovador.

Portugal foi o país que apresentou maior número de projetos, no conjunto dos 32 países participantes; teve 56 projetos a concurso, seguido do Reino Unidos, com 42, e da Alemanha, com 37.

Desde Janeiro de 2009, que a APICCAPS conta com o apoio do Programa Compete, para promover uma campanha de divulgação do calçado português nos mercados externos, para onde se destina, de resto, mais de 95% da produção portuguesa de calçado.

Fonte: Dinheiro Vivo

27 Agosto 2013

BLOOM | CONCURSO JOVENS CRIADORES

O Concurso BLOOM pretende reunir candidaturas de jovens Designers de Moda que tenham a intenção, clara, de ingressar no mercado da Moda e do Têxtil nacional.

Pretende-se que as propostas sejam demonstrativas de criatividade e qualidade.A aposta nos jovens criadores nacionais continua a ser uma bandeira do Portugal Fashion, materializada pela promoção de mais uma competição direcionada aos novos talentos. As inscrições para a competição decorrem até ao dia 8 de novembro. Além da integração na próxima edição outono/inverno do Portugal Fashion (março de 2014), os designers apurados poderão beneficiar de apoio financeiro e estratégico.

Participação

O concurso encontra-se aberto a jovens entre os 18 e os 35 anos, residentes em Portugal e com formação académica nas áreas da moda, confeção e/ou design. Para concorrer é necessário submeter um dossier original,  nunca apresentado em público, reunindo o "curriculum vitae", o tema ou conceito das propostas, a memória descritiva, o painel de ambiente e a paleta de cores e materiais utilizados. Os candidatos deverão ainda integrar, no mesmo documento, croquis ilustrados e técnicas referentes aos quatro coordenados candidatos, realçando, através de legenda, as características essenciais para a boa interpretação de cada peça.

Avaliação

A avaliação da 1ª fase será feita até o dia 22 de Novembro de 2013.Depois de revelados os 12 selecionados, estes devem entregar o coordenado correspondente à 2ª fase do concurso até ao dia 3 de Janeiro de 2014, nas instalações da Sede da ANJE.Será feita a avaliação e seleção dos 8 designers selecionados até ao dia 17 de Janeiro de 2014.Os concorrentes selecionados apresentarão como 3ª fase do concurso os 4 coordenados num desfile/concurso integrado no calendário de Março de 2014.

A aposta em jovens criadores é, sem dúvida, um dos pilares da estratégia do Portugal Fashion. O projeto que a ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários promove em parceria com a ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal quer ser, cada vez mais, um trampolim para talentos emergentes, de forma a renovar o panorama da moda nacional, a facilitar a integração de novos designers na cadeia de produção e distribuição. A dinamização de concursos dirigidos aos novos talentos teve início em 2004 e já foi responsável pelo lançamento no mercado de nomes como Filipe Trindade, Pedro Pinto, Diogo Miranda, Ivo Calado e, mais recentemente, Carla Pontes, João Melo Costa e Elionai Campos.

Fonte: Compete

09 Agosto 2013

VENCEDORES DO CONCURSO INOVA TÊXTIL 2013

A empresa Pizarro S.A. foi a vencedora do "Grande Prémio InovaTêxtil 2013" com o projeto ICELITE.

Trata-se de um processo de acabamento 100% ecológico cuja técnica utilizada provoca o desgaste localizado e diferenciado nas peças denim.

O InovaTêxtil 2013 distinguiu ainda os melhores em cada uma das categorias a concurso. Assim, os primeiros classificados foram:

Moda - iBOX;

Vestuário Funcional: Onwork - Technical and Functional Wear, Lda;

Têxteis Técnicos: Foot by Foot - Revestimentos Têxteis, Lda.;

Serviços: Pizarro, S.A.

Foram ainda atribuídas as seguintes menções honrosas aos segundos classificados em cada uma das categorias:

Moda: Knit Cork / Casa Grigi;

Vestuário Funcional: En.fold.er;

Têxteis Técnicos: LMA - Leandro Manuel Araújo, Lda.

Serviços: Adaptable; Tajiservi S.A.

A cerimónia de entrega de prémios do concurso InovaTêxtil 2013 terá lugar na próxima edição do iTechStyle - Innovation Business Forum / Modtissimo, agendada para os dias 25 e 26 de Setembro.

Recorde-se que o concurso InovaTêxtil pretende dar visibilidade a projetos e empresas que contribuam para o desenvolvimento materiais, produtos, serviços, aplicações e conceitos de negócio novos e inovadores, associadas à fileira têxtil e respetivos sectores de aplicação.

Fonte: Citeve

09 Agosto 2013

LIVRE COMÉRCIO ENTRE UE E COLÔMBIA

O Tratado de Livre Comércio entre a UE e a Colômbia, que entra  em vigor a 1 de agosto de 2013, cria um "terreno fértil" para os negócios com Portugal, disse à Lusa a presidente da Proexport, entidade colombiana para as exportações.

Deixa de haver barreiras comerciais entre a União Europeia e a Colômbia, com a entrada em vigor do Tratado de Livre Comércio entre os dois blocos, acordo que permite abrir o mercado de exportações.Até ao final do período de transição, serão eliminados os direitos aduaneiros em produtos de indústria e pesca, e o comércio de produtos agrícolas terá uma circulação mais aberta, o que permitirá às empresas uma economia anual de mais de 500 milhões de euros, de acordo com a Proexport, entidade estatal colombiana que tem como missão captar investimento estrangeiro e ajudar a incrementar as exportações.

Fonte:Expresso.sapo.pt,1ago.2013

31 Julho 2013

JOSEFINAS: NOVA MARCA DE SABRINAS PORTUGUESAS

Pode não acreditar, mas foi no meio de uma visita a uma obra que Filipa Júlio se lembrou que todas as mulheres deviam ter sapatos perfeitos para andar em qualquer situação. A ideia de um negócio próprio veio logo de seguida. A arquiteta de 30 anos queria arriscar: decidiu criar uma marca de sabrinas de qualidade, feitas por especialistas, com os melhores materiais, de forma a poder garantir às mulheres as condições de conforto e estilo.

Ainda a trabalhar no atelier de arquitetura, Filipa traçou um plano: decidiu inscrever a sua ideia, até aí secreta, num concurso de ideias de negócio. O projeto ficou entre os dez finalistas mas ganhou mais do que o financiamento: a gestora Maria Cunha, 37 anos, a única mulher no júri, decidiu falar com Filipa e propor-lhe uma sociedade para lançarem o negócio.

Dizem, com exagero reconhecido, que foram a mais de quinhentas reuniões com fornecedores até encontrarem o local ideal para mandar produzir as sabrinas. Tudo para que as coisas saíssem na perfeição. Mas o número não deve andar longe disso, entre muitos avanços e recuos. “Queria uma boa sola, a melhor pele, uma palmilha de qualidade. Queria que as sabrinas fossem feitas dos melhores materiais, com as cores mais indicadas”, explica a arquiteta. Procurar um fornecedor que pudesse assegurar uma produção de nicho foi talvez a missão mais complicada durante o processo. “Só a uma escala quase familiar conseguiríamos fazer tudo como queríamos. Com o cordão que pudesse ser apertado à volta de todo o pé, com o conforto e a qualidade que desejávamos e 100% português”, diz Maria.  A resposta positiva veio de um atelier de sapataria em São João da Madeira, onde trabalham dois irmãos sapateiros. Com os primeiros protótipos, Filipa e Maria testaram as sabrinas todo-o-terreno, na chuva, na lama, na areia. Até ao mar as Josefinas foram, para testar a qualidade da pele.

Quando as sócias acharam que o produto estava exatamente como queriam, começaram a mostrá-las ao mundo. “Mandámos Josefinas para várias bloggers. Queríamos opiniões pessoais e privadas mas, de um dia para o outro, as sabrinas estavam a ser elogiadas nos respetivos blogues”, conta Maria. Sem esperarem, o plano estava traçado: as Josefinas - o nome é inspirado nas sabrinas das bailarinas, misturadas com o nome da avó de Filipa - passaram a ser vendidas online e marcam presença em pequenos mercados (estiveram, por exemplo, no Coolares Market, em Sintra).

A estratégia passa por vender com uma margem curta (cada par de Josefinas custa 95 euros), pelo menos por enquanto. Mesmo que o retorno do investimento de cerca de 30 mil euros surja mais tarde do que planeado.O site em inglês também fez parte da estratégia: os mercados dos Estados Unidos e do Japão estão na lista das prioridades das Josefinas, assim como o Brasil, onde a marca já está a fazer contactos com um parceiro no Rio de Janeiro. “Temos de ser realistas. Este negócio não foi feito para dar lucro amanhã. É, por agora, um projeto do coração”, garante Filipa.

Para o lançamento, as Josefinas foram produzidas em sete cores diferentes - preto, bege, azul-escuro, vermelho, amarelo, verde-água e cor-de-rosa , todas forradas com tecido às bolinhas - mas Filipa quer criar duas coleções por ano. Por isso, as novidades para o inverno não devem tardar. “O mais importante para lançar um negócio, seja ele qual for, é não perder o fio condutor. Só percebendo o que queremos vamos perceber como tudo funciona. E só assim se faz tudo funcionar.”A Josefinas nasceu da parceria entre Filipa Júlio e Maria Cunha, que se conheceram num concurso para descobrir ideias de negócio. As duas sócias investiram cerca de 30 mil euros para lançar a marca. As sabrinas são feitas à mão, de pele, e podem ser usadas em qualquer terreno, sem estragar. As Josefinas estão à venda online e já são um sucesso no Brasil.

O Japão é a próxima prioridade. Ver também reportagem da RTP sobre a marca  AQUI.

Fonte:Dinheiro Vivo/RTP.jul.2013

29 Julho 2013

GDS ACOLHE PRÉMIOS INOVAÇÃO DESIGN NA FILEIRA DO CALÇADO - 2013

Candidaturas abertas

A GDS vai voltar a acolher os Prémios Inovação Design na Fileira do Calçado. As empresas que vão participar este certame, têm assim a oportunidade de ver os seus produtos distinguidos naquela que é uma das mais prestigiadas feiras de calçado do Mundo.

As candidaturas ao concurso estão a decorrer até dia 6 de setembro de 2013. Os Prémios Inovação Design são já uma referência no sector e visam distinguir e promover o design e a inovação nas empresas portuguesas de calçado.A atribuição dos prémios será feita na GDS, em Dusseldorf, que decorrerá de 11 a 13 de setembro podendo candidatar-se todas as empresas que participem na feira com stand próprio e coleções próprias.Os prémios serão atribuídos nas seguintes 6 categorias: . “Calçado Inovador - Segmento Homem”;. “Calçado Inovador - Segmento Senhora”;. “Calçado Inovador - Segmento Criança” ;. “Prémio Revelação" ;. "Coleção Prestígio";. "Prémio Jovem Talento".

As propostas de candidatura deverão ser entregues nas sedes da APICCAPS ou do CTCP, através do preenchimento do formulário de candidatura e a entrega da documentação obrigatória até às 17h00 do dia 6 de setembro de 2013. Os interessados podem consultar o regulamento do concurso bem como a ficha de inscrição AQUI.Os “PRÉMIOS INOVAÇÃO DESIGN NA FILEIRA DO CALÇADO-2013” são uma iniciativa conjunta do INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, a APICCAPS – Associação Portuguesa de Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Peles e seus Sucedâneos e o CTCP - Centro Tecnológico do Calçado de Portugal.

Este evento insere-se no projeto GAPI HORIZON,  no âmbito do  sistema de apoio a ações coletivas SIAC, uma  iniciativa  QREN  do financiamento UE/FEDER através do COMPETE - Programa Operacional Fatores Competitividade.

Para mais informação contacte através do email: geral@ctcp.pt ou tel: 256 830 950.

Fonte:ctcp

26 Julho 2013

COLÔMBIA: NOVO DESTINO DOS TÊXTEIS PORTUGUESES

No ano em que a Colombia Moda comemora o seu 25º aniversário, conta com a presença de 18 empresas Portuguesas, que rumam à Colômbia entre os dias 23 e 25 de Julho, com grandes expectativas e muita vontade de mostrar o que de melhor se produz em Portugal nas várias áreas presentes.

A participação lusa neste certame é uma iniciativa organizada pela Associação Selectiva Moda, com o apoio do Compete e do Qren.

PABELLÓN AZUL: AMR – ARTEGUI – DILINA TÊXTEIS – LUMATEX – MELARTE – TÊXTEIS ÍRIS – VIANATECE; PABELLÓN AMARILLO: ANA SOUSA – DR. KID – F.S.BABY – GIVEC – MANIFESTO MODA – MDS – ORFAMA – GIRANDOLA; PABELLÓN ROJO: IMPETUS – LADY SUSY; PABELLÓN VERDE: RENDIBOR

Numa iniciativa organizada pela Associação Selectiva Moda, no âmbito do projecto de internacionalização From Portugal, com o apoio do Compete e do Qren, 18 empresas Portuguesas rumam à Colômbia para marcarem presença no maior certame da América Latina.Pela primeira vez na Colômbia, a Impetus leva até à Colombia Moda as suas principais tendências para a Primavera/Verão 2014 no que diz respeito a Underwear e Beachwear. O Underwear Impetus busca inspiração na cor, positivismo e frescura do Brasil e a sua cultura. Diversidade de cores, abordagem com espírito mais jovem, estampados micromotivos geométricos, padrões náuticos e variações de riscas, desde as mais finas estilo pinstripes, até às mais largas estilo colorblock. A sua coleção de beachwear é rica em propostas de cor, estampados e soluções práticas para a praia ou piscina.

À semelhança de coleções passadas, a Impetus apresenta soluções funcionais ao beachwear como o “Rapid Dry”, um tratamento dado ao tecido dos shorts de praia que melhora as suas propriedades hidrófilas, pois dispersa a gota de água, diminuindo a concentração e reduzindo os tempos normais de secagem. À sua coleção de beachwear, a impetus acrescenta T-shirts básicas em cores variadas que se podem coordenar com o beachwear. «O interesse desta feira vem no seguimento dos atuais negócios que a Impetus tem na Colômbia. Este é um mercado em grande crescimento e bastante atrativo comercialmente.

A Colombia Moda é um evento muito interessante, não só pela aproximação ao mercado colombiano, mas também a todos os mercados da América do Sul», refere Luís Mota, Director of Sales&Business Development, da empresa.Outro estreante neste mercado, a MAD DRAGON SEEKER, vai apresentar uma coleção que respeita o conceito da marca, com destaques para peças fluídas e leves, muita estampagem, uma paleta de cores muito colorida, jeans com lavagens e tingimentos fortes. Destaque para as texturas das malhas, tecidos, sarjas e os acabamentos das mesmas e para a apresentação de jeans de senhora “ Push Up”, uma nova modelagem que favorece e realça as formas da mulher. «A escolha deste mercado deve-se ao facto de estarmos a falar de mercados diferentes dos europeus, o timing das coleções e as estações são diferentes e dessa forma temos vantagem relativamente ao processo produtivo», explica Daniel Simões, Marketing Director & Sales, da empresa. «É um mercado que se enquadra na nossa política de internacionalização, que passa preferencialmente pelos mercados emergentes.

Esta é uma feira de referência em toda a América Latina», acrescenta.A Colombia Moda tornou-se num certame de referência, sendo a mais importante plataforma de negócios e moda da América Latina. Na última edição, a Colombiamoda recebeu 18.197 visitantes nacionais e estrangeiros, apresentando um crescimento de 17% face a 2011. Reuniu cerca de 1600 compradores internacionais, oriundos de 50 países e mais de 4000 compradores nacionais.A participação das empresas portuguesas na Colombia Moda é uma iniciativa da Associação Selectiva Moda, com o apoio do Compete e do QREN, inserida no projecto From Portugal.

A Associação Selectiva Moda é uma entidade promotora da internacionalização das empresas portuguesas e para 2013 conta com um programa de acções internacionais em 35 mercados distintos, direccionado para as áreas de fios, tecidos e acessórios, moda, têxteis-lar e decoração e têxteis técnicos.

Fonte: Associação Selectiva Moda

16 Julho 2013

TECIDOS PORTUGUESES INSPIRAM LONDRES

O Business Design Centre será o palco para mais uma edição da The London Textile Fair, que abrirá as suas portas a 17 de Julho. Durante dois dias, entram em cena 11 empresas Portuguesas – A Têxtil Serzedelo – Arco Têxteis – Burel Factory – Gierlings Velpor – Idepa – Lemar – LMA – Riopele – Teviz – TMG – Vilarinho – que rumam a Londres numa inciativa organizada pela Associação Selectiva Moda, no âmbito do projecto de internacionalização From Portugal.A comitiva Portuguesa leva até Londres uma vasta oferta de tecidos nacionais, que se destacam pela qualidade e design made-in Portugal. Desde os tecidos para camisaria, malhas com características técnicas e de performance, passando por etiquetas tecidas e impressas, fitas rígidas, até tintos em peça e fio e estruturados para banho e desporto.A Têxtil Serzedelo – Arco Têxteis – Burel Factory – Gierlings Velpor – Idepa – Lemar – LMA – Riopele – Teviz – TMG – Vilarinho – são as 11 empresas que compõem a comitiva Portuguesa presente em Londres.Tecidos 100% algodão e fibras sintéticas, fibras artificiais ou mistas, como algodão/linho, algodão/lycra, são alguns do produtos que A Têxtil Serzedelo terá em exposição. Os tecidos para camisaria made-in Portugal, estarão representados em Londres pela Arco Têxteis. Por seu lado, a Burel Factory, dá especial destaque aos tecidos 100% lã. Veludos e pêlos sintéticos em algodão, viscose, lycra, fibras nobres e naturais (seda, lã e cachemira), algodão orgânico e imitação de peles de animais, são algumas das propostas da Gierlings Velpor.Etiquetas tecidas e impressas e fitas rígidas e elásticos, são alguns dos produtos levados pela Idepa. Diversidade chega pela mão da Lemar, que apresenta neste certame tecidos em várias composições, com inúmeras aplicações: casual, banho, desporto, golfe. A LMA - alitecno® apresenta malhas e tecidos com características técnicas e múltiplas funcionalidades. A Riopele, uma empresa que conta com uma larga experiência no mercado inglês, apresenta as principais tendências de tecidos para a próxima estação. Tecidos 100% algodão e linho, são algumas das principais tendências levadas pela Teviz até à capital inglesa. A TMG apresenta uma coleção inspirada no dia-a-dia, vestindo de acordo com a ocasião, proporcionado desta forma um estilo “único”. Algodão, linho, popelina, sarja, tafetá são alguns dos destaques. Em destaque no stand da Vilarinho, estarão os tecidos 100% algodão para camisaria de homem, senhora e criança.The London Textile Fair é um certame que conta com duas edições anuais, reúne mais de 250 expositores e continua a crescer a cada edição, tendo vindo a tornar-se um certame de referência no calendário de feiras do Reino Unido. Para além de uma área de tecidos e acessórios, a feira conta com uma área de Print e uma Trend Area, onde são apresentadas coleções vintage pela mão dos principais designers europeus.A participação das empresas portuguesas na The London Textile Fair é uma iniciativa da Associação Selectiva Moda, com o apoio do Compete e do QREN, inserida no projecto From Portugal. A Associação Selectiva Moda é uma entidade promotora da internacionalização das empresas portuguesas e para 2013 conta com um programa de acções internacionais em 35 mercados distintos, direccionado para as áreas de fios, tecidos e acessórios, moda, têxteis-lar e decoração e têxteis técnicos.

 

Fonte: Associação Selectiva Moda

26 Junho 2013

PITTI BIMBO, 27 A 29 DE JUNHO

A Pitti Bimbo, salão italiano dedicado ao universo infantil, tem lugar de 27 a 29 de junho, em Florença.

A Naturapura e a Zippy, marcam novamente presença com o apoio da ANIVEC/APIV, no âmbito do projeto "Estratégia para o Mercado Global 2013", do Sistema da Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME, Programa Compete do QREN.

As marcas estarão repartidas por oito universos, entre os quais se destacam:

EcoEthic - a secção dedicada a  uma seleção das melhores marcas que fazem parte da moda sustentável, empresas que produzem de forma ambientalmente amigável usando materiais orgânicos e biológicos – Naturapura.

Pitti Bimbo – onde grandes marcas de luxo para criança apresentam no coração da feira, no pavilhão principal, a elegância com um toque contemporâneo criado para as crianças - Zippy.

 

Fonte: ANIVEC

25 Junho 2013

PORTUGAL EM DESTAQUE NO SHOWFLOOR BERLIN

A 9ª edição do evento Showfloor Berlim realiza-se no KOSMOS Berlim Karl-Marx-Allee e tem como especial destaque a Moda Portuguesa. Em estreita colaboração com a Embaixada de Portugal no país, o AICEP e outros parceiros, como a Herdade da Comporta, Pestana Hotels and Resorts e a marca de calçado No Brand, será apresentada a "Night of Portuguese Avantgarde", dia 3 de Julho, que inclui os desfiles dos designers portugueses Os Burgueses (19h30), V!tor (21h00) e Dino Alves (22h30).

A Semana da Moda em Berlim, terá lugar de 2 a 4 de Julho, o Showfloor Berlim é um dos maiores eventos da Berlin Fashion Week e os maiores eventos de moda eco em todo o mundo.

 

Fonte: Portal de Moda

25 Junho 2013

ACORDO DE COMéRCIO ENTRE EUROPA E EUA

As negociações para um acordo de livre comércio entre os Estados Unidos e a Europa foram formalmente lançadas na cimeira do G8, em Belfast, na Irlanda do Norte, apesar das reticências da França, que quer continuar a proteger os produtos audiovisuais. Segundo o presidente norte-americano, Barack Obama, citado pelo Financial Times, as negociações sobre o comércio transatlântico e um acordo de investimento deverão arrancar em julho, em Washington. Os líderes da União Europeia admitem que as conversações "não vão ser fáceis", mas ainda assim acreditam que será possível alcançar "um acordo histórico" dentro de dois anos.

Será o maior acordo bilateral na história. Segundo o primeiro-ministro britânico, David Cameron, será maior do que todos os acordos de comércio bilaterais postos em conjunto sobre a mesa: 117,6 mil milhões de euros para a União Europeia; 94 mil milhões para os Estados Unidos e 100 mil milhões para o resto do mundo. Mas o ponta pé de saída para as negociações, na Irlanda do Norte, seria azedado por alegações de que a França iria dificultar as conversações, para defender os seus filmes e músicas de uma invasão cultural americana.

Semanas de tensões europeias sobre as negociações vieram à tona quando o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, criticou a França por se recusar a incluir as atividades audiovisuais nas negociações, acusando os receios dos franceses de "extremamente reacionários culturalmente". À chegada a Belfast para participar na cimeira do G8, o presidente francês, François Hollande, afirmou que "não queria acreditar" no que Durão Barroso tinha dito. Enquanto isso, Jean-Christophe Cambadélis, secretário nacional do Partido Socialista, a que pertence Hollande, disse que era "desconcertante e intolerável" e que Durão Barroso deveria "retirar os seu comentários ou demitir-se".

De acordo com o Financial Times, o chefe do executivo da União europeia pôs a nu a sua frustração - compartilhada pelos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha - numa entrevista ao International Herald Tribune. "Há quem diga que pertencem à esquerda, mas na verdade são culturalmente extremamente reacionários", disse Durão Barroso, no que parecia ser um ataque claro ao governo socialista de François Hollande. Apesar de não ter citado especificamente a França, o presidente da Comissão Europeia defendeu que as crísticas contra a liberalização do comércio de filmes e músicas "não têm em conta os benefícios que a globalização também traz do ponto de vista cultural". O porta-voz de Durão Barroso assegurou que aqueles comentários se destinaram aos críticos da postura liberal da Comissão e não ao governo francês.

Apesar dos negociadores europeus esperarem conseguir introduzir os serviços audiovisuais nas negociações numa fase posterior, o bloquerio de Paris promete continuar. E as consequências serão incertas, refere o FT, com os Estados Unidos a poderem retaliar, recusando-se a levantar as barreiras comerciais em outros sectores. Barack Obama alertou que as negociações seriam "sensíveis", mas que os políticos "devem olhar além de preocupações estreitas e focar-se no todo" de um acordo comercial entre países que representam metade da economia mundial. Durão Barroso espera ver "rápidos progressos" com vista a um acordo e os diplomatas britânicos prevêem que possa ser concluído dentro de um ano e meio ou dois anos.

 

Fonte: CTCP

25 Junho 2013

TéNIS MUDA DE COR

A marca Asics apresenta um projeto experimental que usa cores para definir a performance dos corredores. Para lançá-lo, a Ogilvy & Mather, em parceria com a marca, criou um ténis especial que muda de cor de acordo com o passo do atleta. Tanto o corredor como os seus espectadores podem acompanhar o desempenho da corrida através de três cores que se alternam no calçado: vermelho, amarelo e verde.

Para fazer o tênis mudar de cor, um sensor de GPS ligado a um Arduíno mede o ritmo dos últimos cinco quilômetros da corrida. A cor vermelha indica uma velocidade média de até 10 km/h; a cor amarela se destaca entre 10 e 15 km/h; e a cor verde é vista em velocidade média acima de 15 km/h. A cor do ténis nunca permanece a mesma, incentivando o corredor a dar o melhor de si quando for correr.

 

Fonte: CTCP

25 Junho 2013

TêXTEIS: SEMPRE A INOVAR

Inovar na crise é o lema da LMA. A têxtil de Santo Tirso colocou quatro dos seus produtos no "top 10" da Ispo Trend Forum 2013.

Inovar na crise é o lema da LMA. Habituada a subir ao pódio das grandes competições do desporto, a empresa têxtil Portuguesa conseguiu colocar quatro dos seus produtos no "top 10" da Ispo Trend Forum 2013, maior certame mundial de malhas e materiais funcionais. Fornecedora das principais marcas desportivas e de roupa funcional, conquistou o júri da feira de Munique com produtos ecológicos, como a "Malha Teia tridimensional em poliéster reciclado / X-Static", que aproveita as virtudes da prata para combinar funções térmicas, antiestáticas, anti-odor, antibacterianas e de respirabilidade numa nova solução para vestuário de desporto de inverno e de verão, calçado e artigos médicos.

Criada em 1995, com uma ligação forte ao desporto, sofreu com a abertura do mercado europeu e a concorrência da Ásia e perdeu 60% dos clientes. Para dar a volta, inovou e dispersou o risco, dos filtros industriais à indústria automóvel. Tem hoje 40 postos de trabalho e vendas de 5 milhões, 80% das quais na exportação. Foi a LMA que fez a rede da camisola para levar o jamaicano Usain Bolt ao título olímpico dos 100 metros. As marcas de luxo Prada, Vuitton e Gucci também são clientes.

 

Fonte: CTCP

20 Junho 2013

BIJORHCA PARIS DE 5 A 8 DE JULHO

A AORP - Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal organiza novamente a Feira Eclat de Moda - Bijorhca, que irá decorrer de 5 a 8 de Julho de 2013, em Paris.

Esta ampla representação internacional assegura uma pluralidade de oferta, tendências e coleções, é uma feira que destaca o design exclusivo, fazendo da Bijorhca uma montra do que melhor se faz a nível de design de objetos únicas a nível mundial.

Na Eclat Moda - Bijorhca 2013, a AORP pretende levar ao mercado de galerias, lojas de autor e ourivesarias o requinte da atualidade do design e a qualidade do fabrico da nossa joalharia.

 

Fonte: AORP

20 Junho 2013

PORTUGAL COM MARCAS DE VALOR

Sob o tema "As Marcas Portuguesas e a Marca Portugal", o seminário organizado pelo CENIT – Centro de Inteligência Têxtil realizou-se no dia 18 de junho, na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto.

Num primeiro painel, foram abordados os diferentes projetos para promover Portugal e as suas marcas além-fronteiras. Paulo Vaz, diretor-geral da ATP, administrador da Associação Selectiva Moda e presidente do conselho de administração do CENIT, deu a conhecer a experiência, já longa, do projeto From Portugal, que apoia a presença de empresas nacionais em feiras internacionais. Para este ano, o projeto contempla mais de 60 ações nos quatro cantos do mundo, abarcando mais de 100 empresas das áreas têxtil, vestuário, têxteis técnicos, têxteis-lar e decoração.

O projeto Children Fashion From Portugal, da Anivec/Apiv, um marca "umbrela" para as insígnias portuguesas de vestuário de criança foi apresentado por António Amorim Alves, vice-presidente da associação.

O primeiro painel ficou concluído com Maria Florinda Alves, diretora do Gabinete de Projetos Especiais da AEP, que partilhou com a plateia os objetivos, iniciativas e as condições de adesão das marcas ao selo Portugal Sou Eu, um programa do Ministério da Economia e do Emprego que visa a valorização da oferta nacional.

Num segundo painel, moderado por Isabel Cantista, docente universitária e manager partner da Fast Forward Innovation, Michelle Quintão, diretora da marca e marketing da Salsa, Fernando Figueiredo, responsável de comunicação da Impetus, e Nuno Sousa, diretor comercial na área internacional da Ana Sousa, partilharam as experiências destas marcas reputadas nos mercados internacionais.

 

Fonte: Portugal Têxtil

20 Junho 2013

BUBBLE LONDON COM TOQUE PORTUGUêS

Durante dois dias, 16 e 17 de Junho, o Business Design Center, em Londres, abriu as suas portas para o certame dedicado ao universo infantil. Beppi Kids – Dr. Kid – DOT – Little Angels – Milk and Rock – Patachou – Piccola Stella – Piupiuchick – foram as oito marcas made-in Portugal em exposição, viajaram até Londres numa iniciativa organizada pela Associação Selectiva Moda, no âmbito do projecto de internacionalização From Portugal.

A presença da marcas made-in Portugal na Bubble London tem vindo a consolidar-se de edição, para edição. Oito marcas Portuguesas - Beppi Kids | Dr. Kid | Little Angels | Milk And Rock | Patachou | Piccola Stella | Piupiuchick - levaram até Londres o que de melhor se produz em Portugal na área da moda infantil, integradas numa iniciativa da Associação Selectiva Moda, com o apoio do Qren e Compete.

 

Fonte: Portal de Moda

14 Junho 2013

PORTO: CIDADE COM MODA CRIA AS BASES DE SUA IDENTIDADE

Uma iniciativa que conta com o apoio de associações (ATP, APICCAPS), designers, empresas, da cidade do Porto e dos eventos: Modtissimo e Portugal Fashion. Uma conferência que supõe um passo a mais para alcançar este objetivo liderado pela Associação Pólo de Competitividade da Moda.

Para seu presidente, João Costa: "Portugal tem que saber divulgar que não é só país produtor de têxtil e calçado. Tem uma identidade própria. A cidade do Porto é um centro que deve avançar para demonstrar tudo o que pode fazer. Conta com a vantagem de estar a poucos quilômetros das empresas produtoras. Nossa indústria conseguiu alcançar uma grande eficiência no que diz respeito à criatividade e inovação e, além do mais, exporta 80% de sua produção".

Para Costa, a chave está em "aproveitar a cultura empreendedora que há em outros lugares do país e promover iniciativas. A região pode contribuir muito mais ainda para a criação de empregos e riqueza. Os políticos não lhe dão o valor que ela realmente merece. As exportações de calçado e têxtil representam hoje 7 milhões de euros".

Manuel Teixeira, presidente executivo da ANJE (promotora do Portugal Fashion) explicou: "o DNA do Portugal Fashion está a servir de grande pólo de criatividade e produtor de moda. Agora é fundamental unir os protagonistas do setor da moda ao restante dos setores do país e aos políticos. Temos que convencer a sociedade e nossos políticos de que se trata de um setor fundamental para o desenvolvimento da economia portuguesa". Teixeira anunciou o acordo entre o Modtissimo e o Portugal Fashion para realizar ambos os eventos em uma mesma semana. "É importante combinar as sinergias. As dificuldades se referem somente ao calendário, mas falamos de uma realidade para 2014". A solução que está a ser considerada aponta mais adiante para as datas de celebração do Portugal Fashion. O Modtissimo atrasaria em uma semana sua edição do fim de fevereiro.

Na conferência participaram os designers Miguel Vieira, Luís Buchinho e Eugénio Campos. Para Buchinho: "A cidade do Porto sempre teve uma vibração especial de moda, ainda que não vá se transformar em uma Paris, conta com uma identidade que deve ser potencializada. Temos ferramentas e todos devemos nos envolver".

Miguel Vieira defende um Distrito de Moda no Porto, o qual traria grandes vantagens para os designers: "Concentrar as boutiques de moda, design, arte, em uma zona abandonada do Porto. Agora está tudo disseminado e não se beneficia só o turismo. Os responsáveis de todos os setores e os políticos devem falar a mesma língua". Eugénio Campos reivindicou o protagonismo da joalheria dentro da moda. "Os empresários, por meio de associações de vários setores, devem confrontar opiniões e criar um plano estratégico para ser desenvolvido a curto e médio prazo e para transformar o Porto em uma cidade de moda". Insisto na necessidade de fazer com que Portugal seja conhecido como um país capaz de criar marcas com criatividade e qualidade, não só como fabricante para terceiros, e afirmou: "se os políticos não são capazes de fazê-lo, nós mesmos teremos que conseguir fazer isso".

Alberto Rocha Guisande, director-geral da Cluster Têxtil da Galícia, afirmou que: "as iniciativas para conseguir que uma uma cidade se comprometa com a moda sempre partiram da esfera política. Senão, não funcionam. O exemplo da Inditex com La Coruña transformou esta cidade em uma das mais visitadas". Explicou os dois momentos-chave para as empresas de moda da Galícia: "faz 30 anos que se apostou no produto e na marca, alcançando o reconhecimento graças a iniciativas de sucesso. O segundo caminho foi o de fomentar a diversidade por parte de muitos atores. O resultado é o reconhecimento em todo o mundo com o lema abaixo: Galícia sabe administrar-se muito bem no mundo da moda". Para Rocha Guisande existem muitas maneiras de obter o sucesso: "A internacionalização das empresas do norte de Portugal deve ser aproveitada para construir esta identidade Porto-Moda".

Francesco Malatesta, director da Momad Metrópolis de Ifema, destacou que o mais importante é saber se ver como uma identidade local. Coloco como exemplo Florença, "uma cidade de difícil acesso e clima, sem grande capacidade hoteleira, que soube segmentar, incorporar a moda à cidade e ser reconhecida em âmbito mundial como o centro da moda masculina e infantil graças aos salões da Pitti Immagine".

Uma das iniciativas que está a ser desenvolvida na cidade do Porto é o Projecto Moda. A responsável, Joana Campos Silva, consultora em marketing de moda e "branding", explicou que não se trata de um projecto de moda de forma literal, mas um projecto ligado à cidade o tempo todo. "Assim estamos criando o Porto Fashion District" para mostrar aos turistas diferentes perspectivas criativas da cidade do Porto: design, moda e gastronomia. Queremos montar um mapa adequado a partir de uma plataforma on-line para cada perfil de turista, criando sinergias entre todos os setores".

Para Catarina Rito, jornalista de moda, a cidade do Porto tem que se embriagar com as estratégias de outras cidades e encontrar a sua. "Descobrir como se pode trabalhar em equipa".

Unir sinergias, valorizar a moda como um setor gerador de riqueza, engajar a sociedade são as tarefas que a Associação Pólo de Competitividade da Moda vai continuar a promover nos próximos meses.

 

Fonte: FASHIONMAG.COM

13 Junho 2013

PORTO FASHION WEEK 2

Continuando em tom de mudança e imaginação, o tema para a próxima edição do Porto Fashion Week são os SUPER Hérois.

Inserido na Porto Fashion Week, o MODtíssimo vai decorrer nos dias 25 e 26 de Setembro de 2013 no Edifício da Alfândega do Porto.

As inscrições já se encontram abertas para reservas de SUPER stands.Brevemente novas e SUPER informações sobre o evento que reune a família têxtil nacional.

Mais informações em  www.modtissimo.com

 

Fonte: Porto Fashion Week

13 Junho 2013

CORES LUMINOSAS E EXóTICAS EM LILLE

Fast Fashion Lille, um certame que reuniu a Tissu Premier (dedicada aos tecidos e matérias-primas) e a Collections (vestuário e acessórios), contou para esta edição com a presença de 18 empresas portuguesas. Esta edição do certame, que se realizou nos dias 5 e 6 de Junho, reuniu a maior participação portuguesa de sempre, o que revelou a grande aposta das empresas portuguesas neste mercado.

Na Tissu Premier, uma área que apresentou 120 expositores, dos quais seis, são portugueses: A Têxtil Serzedelo – Acatel – Celostecelagem – Gulbena – Lipaco – Tinamar. São 12 as empresas portuguesas a expor na Collections - Confeções Luso Sueco – Dielmar – Flor da Moda – Garbo – Givec – Gouveia&Campos – Iodo Jeans – Naughty Kid – Orfama – R. Lobo – Raith – Teamstone uma área direcionada para a apresentação das colecções de vestuário e acessórios, private label, para homem, senhora e criança.

Destaque também para a apresentação do Fórum “From Portugal”, que esteve em exposição durante os dois dias de feira, um espaço inovador que reuniu produtos de empresas portuguesas nas áreas de vestuário feminino, masculino, criança e bebé.

A organização deste certame esteve a cargo da Eurovet, que preparou para estes dois dias um vasto programa paralelo. Para além dos quatro fóruns que estiveram em exposição, que apresentaram as tão aguardadas tendências de moda, decorreram também conferências, que abordaram temas como: «The Future of Retail» e «Sustainable Development».

 

Fonte: Associação Selectiva Moda

13 Junho 2013

AS EXPORTAçõES DA ITV CRESCERAM 10% EM ABRIL

O mês de Abril foi bastante positivo para as exportações da ITV portuguesa, que registaram um crescimento de 10% face ao mês homólogo do ano passado.

Desta forma, o primeiro quadrimestre do ano fechou com um crescimento de 1,4% nas exportações de têxteis e vestuário, sendo de destacar o comportamento das exportações dos seguintes produtos:

- vestuário e acessórios de malha: +41 milhões de euros;

- outros artigos têxteis confecionados (onde se incluem os têxteis para o lar): +19 milhões de euros.

Inversamente, o vestuário e acessórios em tecido registaram uma queda de 11% que correspondeu a menos 33 milhões de euros exportados.

Do lado das importações verifica-se uma queda de 0,7%, sobretudo devido à diminuição das importações de produtos acabados: -13% no vestuário e acessórios de malha, -17% nos outros artigos têxteis confecionados e -6,4% no vestuário e acessórios de tecido.

Neste primeiro quadrimestre do ano, o saldo da balança comercial da ITV foi de 376 milhões de euros , mais 8% do que o verificado em período homólogo do ano passado.

 

Fonte: ATP

13 Junho 2013

ELEUTERIO JEWELS NO THE JEWELLERY SHOW LONDON

A Eleuterio esteve presente no The Jewellery Show London a mostrar as suas peças.

Com 88 anos de experiência, a casa portuguesa de Joalharia, Eleuterio, é especialista em ‘fine jewels’ em ouro com técnica de filigrana. Eleuterio une as tradições do passado com um toque contemporâneo, unido habilmente a arte da filigrana com as tendências modernas da indústria da joalharia. Combinando uma assinatura elegante e criativa com estilo clássico e sensação de contemporaneidade, cada peça é uma mistura única de tradição e excelência.

O enfoque esteve na coleção Art Deco, uma coleção que presta tribute aos pioneiros deste movimento, uma geração de joalheiros que foram os criadores da revolução estética que teve lugar nos anos 20. As peças desta coleção são uma junção de elementos como a filigrana em ouro branco e rosa (rose gold), com diamantes.

Somerset House foi o palco para a edição de 2013 do The Jewellery Show London e a Eleuterio aproveitou cada momento.

 

Fonte: Portal de Moda

07 Junho 2013

CONFERÊNCIA PORTO: IDENTIDADE COM MODA COM CASA CHEIA

Luís Buchinho, Miguel Vieira e Eugénio Campos discutiram a relação entre a moda e a Cidade Invicta na Conferência Porto: Identidade com Moda, que se realizou ontem no Espaço Porto Cruz, em Vila Nova de Gaia.

A Conferência Porto: Identidade com Moda, organizada pelo Pólo de Competitividade da Moda, acolheu os seus convidados no Espaço Porto Cruz, em Vila Nova de Gaia, onde se cruzaram ideias sobre a cidade enquanto espaço cosmopolita capaz de potenciar fenômenos relacionados com a indústria da Moda: fixar e fazer despontar designers, marcas de moda, agências de modelos, produtoras, imprensa especializada, entre outras áreas relacionadas com a arte, turismo, arquitetura, entre outras.

Dentro do painel de convidados, além do presidente do Pólo da Moda, João Costa, a conferência contou igualmente com a participação de Manuel Teixeira, presidente da Comissão Executiva da Anje, entidade responsável pela organização do “Portugal Fashion”. Os designers Luis Buchinho, Miguel Vieira e Eugénio Campos, a jornalista de moda Catarina Rito, a consultora em marketing moda e branding Joana Campos Silva juntaram-se ainda neste painel de oradores aos convidados estrangeiros Alberto Rocha Guisande, diretor-geral do Cluster Têxtil Galego e docente da Escola de Negócios Nova Caixa Galicia, de Vigo, e Francesco Malatesta, diretor da Momad Metropolis, a novíssima feira de moda de Madrid, que junta já em setembro o SIMM e o ModaCalzado, os salões dedicados ao vestuário e ao calçado da capital espanhola, respetivamente.

A iniciativa foi um sucesso, e abriu um debate interessante, que será aprofundado, sobre o tema do Porto, enquanto metrópole com aspirações a ser uma cidade de moda. A sessão foi gravada pelo Porto Canal, e o programa irá ser transmitido nos próximos dias.

07 Junho 2013

NOBRAND DITA AS SUAS PRÓPRIAS TENDÊNCIAS

Afirmando-se numa mercado muito próprio, a NOBRAND ficou famosa pela forma como transforma e moderniza o sapato tradicional português. Foi após uma ida a Nova Iorque em 1988 que Sérgio Cunha e Francisco Ferreira decidiram criar uma marca que fosse completamente diferente do que já havia em Portugal. Pensados para homem e mulher e abrangendo um público diversificado, a NOBRAND assume o lema de não seguir tendências ditadas por outros que não a própria marca.

Destacando-se pela forma como modernizam modelos antigos, a mais recente coleção desta marca portuguesa, Harlem Reneissance, inspira-se no movimento cultural do jazz e soul que invadiu os bairros nova-iorquinos nas décadas de 1920 e 1930. O resultado é uma mistura original de texturas, materiais, cores e padrões.

Para breve, existem novos projetos e novidades, incluindo uma colaboração com o artista plástico Luio Onassis. A NOBRAND exporta cerca de 97% da sua produção.

 

Fonte: CTCP

07 Junho 2013

DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES DE FORMAÇÃO

O CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e o MODATEX – Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confeção e Lanifícios, enquanto entidades de referência e parceiras das empresas do setor, propõem-se realizar um Diagnóstico de Necessidades de Formação.

São prioridades das Direções do CITEVE e do MODATEX oferecer soluções técnico-formativas e consultivas,promover o acréscimo de competências dos recursos humanos em função dos contextos em que estão inseridos e concorrer estrategicamente para o cumprimento dos objetivos delineados pelas empresas.

Assim, apela-se à colaboração das empresas, na elaboração deste documento de referenciais estratégicos de formação para o Setor Têxtil e Vestuário, com o preenchimento do inquérito online, até 14 de junho de 2013. A sua colaboração é imprescindível e fundamental para o sucesso deste diagnóstico!

Para preenchimento do formulário, que não ocupará mais de 5 minutos do seu tempo, clique em http://inquerito.citeve.pt/index.php/365476/lang-pt.

Para mais informações contacte o Departamento de Formação e Qualificação do CITEVE:

sec.form@citeve.pt

Tel.: 252 300 386/87 | Fax: 252 300 374

Quinta da Maia - Rua Fernando Mesquita,

27854760-034 Vila Nova de Famalicão

 

Fonte: CITEVE

07 Junho 2013

OFFICINA | PRODUÇÃO 100% NACIONAL

Depois do sucesso alcançado no lançamento da marca em 2012 com a colecção Outono/Inverno, a OFFICINA reinventa-se para as novas tendências desta temporada.Com um design arrojado e a utilização de materiais de primeira qualidade, a OFFICINA mantém a aposta numa produção 100% nacional, feita à mão, recorrendo às melhores técnicas de fabrico de calçado de luxo.

Os modelos desta nova coleção, privilegiam a funcionalidade, o conforto e a exclusividade, procurando uma combinação equilibrada entre a utilização de materiais nobres e naturais; e as cores leves e frescas da estação. Com o selo de qualidade que o calçado português aporta à marca, o objectivo passa agora pelo mercado de exportação, mantendo a identidade e o selo de qualidade, que a caracterizam.

 

Fonte: Portal de Moda

29 Maio 2013

CONFERÊNCIA - PORTO: IDENTIDADE COM MODA

O Pólo de Competitividade da Moda organiza a Conferência PORTO: IDENTIDADE COM MODA a realizar dia 5 de Junho, pelas 17:00, no Espaço Porto Cruz, em Gaia.

O tema da conferência é o Porto como cidade de moda e o debate terá como objetivo cruzar ideias sobre a cidade enquanto espaço cosmopolita capaz de potenciar fenómenos relacionados com a indústria de moda: fixar e fazer despontar designers, marcas de moda, agências de modelos, produtoras, imprensa especializada, etc. e, por outro, se a moda se pode constituir um elemento adicional de atracção para novos públicos de visitantes, igualmente geradores de negócio, tal como é o turismo, a arquitetura, o bairro das artes, a movida académica, o vinho e a gastronomia, entre outros.

29 Maio 2013

NOVO SITE PóLO COMPETITIVIDADE MODA

O novo site da Associação Pólo de Competitividade da Moda já se encontra disponível, onde poderá encontrar, entre outros, notícias, projetos e vídeos. Mais actual e arrojado, este novo site pretende afirmar a moda portuguesa.

Com esta nova imagem a APCM compromete-se a continuar a sua atuação coordenada entre as indústrias do têxtil, vestuário, calçado e ourivesaria e joalharia, permitindo a afirmação de Portugal enquanto produtor e criador de Moda, como forma de viabilizar a progressão da indústria portuguesa na cadeia de valor.

29 Maio 2013

MODA PORTUGUESA EM MOVIMENTO

O Pólo de Competitividade da Moda reúne três fileiras industriais, das mais importantes e bem-sucedidas das atividades transformadoras tradicionais do país – a têxtil e vestuário, calçado e peles e ourivesaria e joalharia - as quais se acham representadas há várias décadas por Associações Setoriais, fortes e dinâmicas, podendo mesmo considerar modelares no universo associativo nacional, não apenas pela sua forte representatividade, solidez económico-financeira, modelo de gestão, mas pela multiplicidade e qualidade de serviços dedicados aos associados e respetiva Indústria em geral.

O Pólo da Moda, enquanto entidade aglutinadora e incorporadora de valor, que tem como expoente os setores do têxtil e vestuário, calçado e peles, ourivesaria e joalharia, na sua função de criação de competências e mais valias para a Moda Portuguesa, assumindo-se como elemento rede, desenvolveu ao longo dos últimos anos, um papel indispensável na execução de uma série de atividades de inegável importância na afirmação da Moda Portuguesa fora e dentro de portas.

Veja o vídeo institucional do setor da moda portuguesa em https://vimeo.com/66689477

29 Maio 2013

ZILIAN APRESENTA SANDáLIAS QUE SE TRANSFORMAM

A marca de calçado Zilian, que já tinha apresentado na coleção de inverno umas botas que se transformavam em diferentes modelos, acaba de lançar umas sandálias que ganham personalidade e se transformam em diferente modelos.

Especialmente criadas para mulheres práticas e acima de tudo versáteis, a Zilian lança um novo modelo que tem como base as sandálias, mas que nos dá alternativas para adaptar o calçado e com isso permitir que as mesmas se transformem numas socas, sapatos ou num T-Bar, um modelo mais fechado.

O modelo é vendido com uma base + um topo e tem ainda a possibilidade de se adquirir topos extra. O modelo está a venda em várias cores.

Fonte: CTCP

22 Maio 2013

CALÇADO PORTUGUÊS EM DESTAQUE NA ROMÉNIA

O representante da marca de calçado português Mystic Sea na Roménia – José Gaspar – é um dos empresários portugueses há mais tempo naquele mercado, contando com inúmeras iniciativas empresariais de promoção dos produtos portugueses. Entre 15 e 16 de Maio decorreu a mostra de calçado, no Hotel Howard Johnson Grand Plaza, localizado no centro da capital. Este evento destina-se, sobretudo, ao comércio local (importadores e distribuidores), tendo os serviços da AICEP em Bucareste colaborado na sua organização, nomeadamente na divulgação levada a cabo junto do mercado romeno. Aproveitando as sinergias da sua empresa romena LusoDecor, de capital português, que dispõe de um showroom de 900 m2, onde costuma estar exposto mobiliário luso e materiais de construção, José Gaspar pretende dar continuidade à promoção do Calçado Made in Portugal, afectando uma parcela daquele espaço para a exposição permanente das peças mais emblemáticas.

Fonte: CTCP

21 Maio 2013

NUNO BALTAZAR DISTINGUIDO COM GLOBO DE OURO

O criador de moda estava na corrida ao Globo de Ouro com Katty Xiomara, Luís Buchinho e Luís Onofre. Emocionado, Nuno Baltazar subiu ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para receber o Globo de Ouro de Melhor Estilista. O designer, de 37 anos, já tinha sido nomeado em 2007 e 2011 na mesma categoria. "Vencer este Globo depois de um ano tão difícil tem um sabor muito especial. Tenho de partilhá-lo com os meus colegas nomeados e todos os artistas aqui presentes, ao Vítor que me faz acreditar todos os dias que vale a pena, à minha família, o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs", afirmou Nuno Baltazar, que também dedicou o troféu à sua equipa e a todas as mulheres portuguesas que o inspiram, em especial a apresentadora Catarina Furtado. Sofisticação, elegância, glamour e feminilidade. Estes elementos estão sempre presentes nas coleções de Nuno Baltazar e é graças a eles que são muitas as famosas que elegem as suas criações. O criador nasceu em janeiro de 1976, em Lisboa. Descobriu o gosto pelo desenho um pouco por acaso – ao folhear uma revista antiga com modelos dos anos 50 em casa dos avós - e, em 1994, começou a estudar na conceituada escola de moda Citex (Centro de Formação Profissional do Têxtil e do Vestuário), no Porto, onde vive desde muito novo. Apenas cinco anos mais tarde, e na altura em que ainda fazia dupla com Paulo Cravo, começou a apresentar regularmente as suas coleções. Primeiro a passerelle do Portugal Fashion, depois a Paris Fashion Week e, por fim, conquistou o seu lugar na ModaLisboa, onde agora é presença assídua. É nas viagens, nas referências cinematográficas, no teatro e em personalidades que fizeram história que se inspira. Para além de vestuário, a sua marca tem ainda acessórios, marroquinaria e ainda uma linha de mobiliário e iluminação.

Fonte: Caras

21 Maio 2013

JOYA BARCELONA

JOYA – Barcelona Contemporary Jewellery Fair é o principal evento internacional de joalharia contemporânea em Espanha. Na sua 5ª edição, a JOYA junta diversas entidades e associações relacionadas com joalharia de autor trazendo uma oportunidade única para os estudantes, novos designers, criadores estabelecidos, escolas e coletivos a expor e vender as suas coleções. Joya é uma exposição local e interna-cional com ampla cobertura da imprensa, aberta para a profissionais que trabalham na joalharia contemporânea e também ao público em geral. O evento acontecerá em Outubro, de 17 a 19 de 2013, no Convent delsÀngels (FAD), localizado em Barcelona, Espanha. O Objetivo da Joya é promover artistas nacionais e internacionais através de distribuição e comunicação, apoiar a joalharia contemporânea e ajudar a abrir um mercado que se manteve pouco explorado até agora. Além disso, Joya é uma plataforma para os artistas interagirem, partilharem experiências e discutirem os problemas que têm em comum. Uma oportunidade para os artistas, imprensa, distribuidores e público interessado a entrar em contacto. Joya oferece aos designers um espaço aconlhedor e um ambiente agradável para aumentar as listas de contactos e expor as peças. Uma vez que o evento é organizado em torno de um tema diferente a cada edição, JOYA fornece mobiliário básico (mesa, cadeiras e iluminação) para que os artistas possam personalizar os espaços de exposição como quiserem. Na feira haverá três espaços distintos: Fórum Municipal, Salão de Exposições de artistas e galerias de coletivos. A AORP organiza uma participação coletiva de promoção de ourivesaria contemporânea portuguesa, inserida no projeto Portuguese Jewellery - Shaped with Love.

Fonte: AORP

20 Maio 2013

CTCP AVALIA O ODOR EM MATERIAIS E COMPONENTES PARA CALÇADO

As propriedades dos materiais e componentes utilizados na produção de calçado, muitas vezes levam à formação de odores desagradáveis, manchas e perda de propriedades funcionais. Esta é uma realidade com a qual os fabricantes de calçado se deparam muito frequentemente. Surgem regularmente reclamações por parte dos utilizadores, o que leva os produtores de calçado a terem a necessidade de efetuar ensaios para avaliar o odor nos materiais que utilizam, para que o produto final não fique com cheiros indesejados pelos clientes.

No sentido de responder a esta solicitação do mercado, o CTCP realiza uma análise sensorial aos materiais de forma a avaliar a intensidade e agradabilidade do odor que estes possuem. Com um painel sensorial de avaliadores treinados para realização de testes de avaliação do odor de acordo com escalas definidas de intensidade, agradabilidade, quando possível, identificação do odor.

Os testes realizados no CTCP baseiam-se numa especificação interna do CTCP 2-23:2013 bem como em métodos descritos disponíveis e "desenhados" de acordo com a necessidade do cliente.

Este método de avaliação pode ser feito em diferentes tipos de materiais, nomeadamente: couro, materiais sintéticos, materiais plásticos, borracha, entre outros.

Mais info: laboratorio@ctcp.pt

Fonte: CTCP

14 Maio 2013

DA CRIAÇÃO À COMERCIALIZAÇÃO

O Modatex e as lojas THE voltaram a juntar-se e reeditaram o projeto lançado no ano passado com base numa produtiva parceria que aproxima a formação, a indústria e distribuição de moda de autor. As lojas do Porto e Lisboa vendem agora os coordenados dos finalistas do curso de Design de Moda.

Cerca de 20 peças, realizadas por 10 dos 20 formandos que frequentam o 3.º ano do curso – Ana Isabel, Elisabete Barbosa, Francisca Cunha, Ivan Almeida, Joana Machado, Maria Martins, Rita Afonso, Vanessa Gonçalves, Vítor Gouveia e Viviana Mota – estão já à venda nas lojas THE.

Entre os coordenados está o projeto cápsula de Maria Martins, batizado Organic Matter e inspirado na natureza, no universo da terra e da matéria, com particular destaque para os vestígios dos processos de decomposição, deformação e as evidências da atividade biológica preservada nas rochas, no gelo, nos solos, resultando em peças versáteis e femininas.

Este ano, o projeto contou novamente com apoio da indústria têxtil e vestuário nacional, através das empresas A. Ferreira & Filhos, Érius Têxteis e Pafil Confecções que cederam tecidos, malhas e confeção das peças. «O objetivo é incentivar a criação, promover e divulgar os novos talentos. Para o Modatex é importante realçar que o fator distintivo deste projeto de parceria é o conseguir realmente aproximar a formação, a indústria têxtil e vestuário e a distribuição de moda de autor», explica Dolores Gouveia, responsável de marketing da instituição de ensino.

Pelo segundo ano consecutivo, «o balanço desta parceria é extraordinariamente positivo. Reflexo do sucesso do mesmo é o feedback encorajador que temos recebido dos diferentes públicos, incluindo dos meios de comunicação social. A facilidade com que se têm comercializado as peças criadas pelos nossos formandos no âmbito desta parceria com a THE constitui também, e indiscutivelmente, um indicador do êxito da iniciativa», acrescenta Dolores Gouveia.

Este ano, para além do apoio das empresas, o Modatex contou ainda com o apoio de uma aluna do curso de fotografia do ESMAE/IPP, Mónica Rodrigues, para produzir a imagem do flyer do projeto a partir dos protótipos das peças, do IPAM Porto e dos fotógrafos António Teixeira e da Susana Neves.

Fonte: Portugal Têxtil

14 Maio 2013

ALENTUS | JÓIAS POR MEDIDA

Para quem sonha com uma peça única e original para si, ou quer surpreender alguém especial com uma jóia exclusiva e personalizada. Para quem pretende restaurar uma peçaa antiga acrescentando-lhe alguns detalhes para a ajustar aos seus gostos e necessidades actuais; ou para quem quer reciclar uma jóia que já não usa por estar danificada ou simplesmente fora de moda, a ALENTUS tem a solução.

Depois de um pequeno briefing, os técnicos/criadores da ALENTUS estudam a melhor forma de criar esta jóia única e feita á medida do cliente. Os materiais utilizados são normalmente o ouro, a prata e as pedras preciosas e semi-preciosas. Para além de disponibilizar este serviço inovador, a Alentus tem também uma coleção própria com um número limitado de peças que comercializa juntamente com outras marcas nacionais e estrangeiras nas sua lojas.

Fonte: Portal de Moda

14 Maio 2013

OS SAPATOS MAIS FAMOSOS DO MUNDO FAZEM UM TOUR POR LISBOA

Caroline Back de Surany adora sapatos. Correcção, adora sapatos Louboutin. Tanto que os transformou nos protagonistas dos vídeos que vai gravando em diferentes cidades que visita. A autora do blogue Caroline Daily esteve em Março em Lisboa com um par de stilletos com lantejoulas e sola vermelha.

Caroline Back de Surany começou a sua carreira como jornalista de beleza, trabalhando em revistas como a Cosmopolitan e a Glamour francesas, mas não se sentia satisfeita. "O que eu queria mesmo era escrever sobre moda, mas os meus editores nunca me deram uma oportunidade. Achavam que eu não era capaz", contou a parisiense de 34 anos ao Life&Style. Daí surgiu a ideia de criar seu próprio blogue, Carolina Daily, um espaço onde a jornalista partilha o seu gosto por moda, beleza e arte.

Mas outra das suas grandes paixões é viajar. E quem são os seus companheiros de viagem preferidos? Um par de sapatos Louboutin. Foi assim que se desenvolveu a sua parceria com a marca de luxo francesa. "Comecei a tirar fotografias aos meus Louboutins em várias cidades que visitava. Adorava o impacto que a sola vermelha dava à fotografia", explicou. "Um dia fui contactada pela relações públicas da Louboutin que tinha gostado do meu trabalho. Como queria que eu continuasse este projecto, ofereceu-me acesso às novas colecções."

A partir daí Caroline começou também a criar vídeos que mostram os sapatos em várias situações. O primeiro conceito passou por filmar modelos a andarem de skate com os célebres sapatos de sola vermelha em hotéis luxuosos, palácios e até nas famosas Galeries Lafayette (já a convite deles). Depois decidiu mudar o enredo. "O skate já não estava na moda e eu queria fazer uma coisa diferente. Então comecei a criar vídeos em que os sapatos ganham vida própria, como se estivessem a andar sozinhos pela cidade."

Num dos seus últimos vídeos, um par de stilettos coberto de lantejoulas descobre alguns dos bairros mais tradicionais de Lisboa. Caroline esteve na capital portuguesa em Março e, sempre com o par Louboutin na mala, foi fotografando a cidade usando-o como protagonista. Muitas horas de trabalho depois, recorrendo à técnica do Stop Motion, oferece-nos uma visita guiada da cidade. No vídeo, podemos ver os Louboutins caminharem pela calçada portuguesa, trocarem de eléctrico, passarem por pastelarias e passearem-se pelas nossas bonitas ruas.

Ainda que Caroline não consulte Christian Louboutin sobre as suas escolhas de viagens e vídeos, certo é que o criador de sapatos mais famoso do mundo aprovaria a capital portuguesa. A convite da Vogue britânica, o designer francês destacou os seus15 hotéis preferidos, lista onde estava incluído o hotel Palácio Belmonte, em Lisboa, pela vista que proporciona sobre a cidade. Curiosamente, a mesma vista sobre as Portas do Mar, o Miradouro de Santa Luzia e Alfama que o par de stilletos com lantejoulas de Caroline andou a conhecer.

Fonte: Público

10 Maio 2013

DAR UMA IDENTIDADE À MODA

A forma como a moda portuguesa se mostra ao mundo, os traços característicos dos designers nacionais e o seu posicionamento internacional foram os temas principais que criadores e especialistas do sector debateram no dia 7 de maio, no seminário "Identidade da Moda" no Porto.

Os novos caminhos da moda nacional e o seu percurso nos grandes palcos internacionais foram o ponto de partida para o seminário "Identidade da Moda", organizado pelo CENIT - Centro de Inteligência Têxtil no dia 7 de Maio.

Agendado para as 16h30, na sede da Anje – Associação Nacional de Jovens Empresários no Porto (Rua Paulo da Gama), o seminário reuniu designers e representantes de alguns dos principais centros de formação, escolas e universidades de design de moda para abordar e discutir a forma como a moda nacional se tem apresentado ao mundo, as suas características e capacidade de expressão universal.

Dolores Gouveia, delegada portuguesa na Intercolor em representação da Anivec/Apiv e responsável de marketing do Modatex, apresentou as conclusões do estudo "DNA de Cor nos Jovens Criadores Portugueses e Cores Emergentes na Estação Outono-Inverno 2013/2014 no Universo do Espaço Bloom".

Este foi o ponto de partida para um debate sobre a identidade da moda portuguesa que junta Maria Gambina, designer e docente da ESAD, Miguel Flor, designer e docente da Escola de Moda do Porto, Andreana Buest, docente da escola Artística e Profissional Árvore, Luís Parada, coordenador da formação em Design de Moda e Marleting de Moda do Modatex, Maria da Graça Guedes, docente da Universidade do Minho e diretora dos cursos de licenciatura em Design e Marketing e Moda e Design de Comunicação de Moda, e Rita Salvado, docente da Universidade da Beira Interior.

Fonte: Portugal Têxtil

6 Fevereiro 2013

PROJETO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa Soochy.com, Lda., serviços de design, imagem, promoção e divulgação dos eventos “CONFERÊNCIA PORTO IDENTIDADE DE MODA” e “CICLO DE CONFERÊNCIAS ALFÂNDEGA" e merchandising e produção de materiais promocionais da apcm,  para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 32.100,00 Eur já com IVA à taxa legal incluído.

6 Fevereiro 2013

PROJETO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa Nicles, Lda., serviços de produção técnica e coordenação geral do evento “Certificar para Valorizar” para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 61.290,20 Eur já com IVA à taxa legal incluído.

20 Janeiro 2013

PROJECTO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa No Paper, Lda., serviços de organização da actividade “Ciclo de Conferências” para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 22.357,72 Eur acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

6 Fevereiro 2013

PROJETO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa Praia Lusitana, Lda., serviços de apoio logístico e preparação do espaço do evento “CERTIFICAR PARA VALORIZAR”, para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 10.258,20 Eur já com IVA à taxa legal incluído.

6 Fevereiro 2013

PROJETO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa AGAVI, serviços de organização e logística dos eventos “CONFERÊNCIA PORTO IDENTIDADE DE MODA” e “CICLO DE CONFERÊNCIAS ALFÂNDEGA",  para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 55.000,00 Eur já com IVA à taxa legal incluído.

6 Fevereiro 2013

PROJETO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa No Less, S.A., serviços de divulgação, suportes gráficos e assessoria de imprensa do evento “CERTIFICAR PARA VALORIZAR”, para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 18.450,00 Eur já com IVA à taxa legal incluído.

11 Fevereiro 2012

PROJECTO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa Efeito Pipoca, Lda., serviços de comunicação e imagem para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 12.000,00 Eur acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

13 Outubro 2010

PROJECTO N.º 7575 – ADJUDICAÇÃO DE PRESTAÇÃO SERVIÇOS

A APCM – Associação Pólo de Competitividade da Moda adjudicou, no âmbito do procedimento de ajuste direto ao abrigo do disposto no Código dos Contratos Públicos, à empresa Pinguim Design, Lda., serviços de comunicação e imagem para o Programa de Animação e Governo do Pólo da Moda – COMPETE-SIAC-Projeto n.º7575, pelo valor de 6.000,00 Eur com IVA à taxa legal em vigor já incluído.

O Pólo de Competitividade da Moda reúne três fileiras industriais, das mais importantes e bem-sucedidas das atividades transformadoras tradicionais do país – a têxtil e vestuário, calçado e peles e ourivesaria e joalharia - as quais se acham representadas há várias décadas por Associações Setoriais, fortes e dinâmicas, podendo mesmo considerar modelares no universo associativo nacional, não apenas pela sua forte representatividade, solidez económico-financeira, modelo de gestão, mas pela multiplicidade e qualidade de serviços dedicados aos associados e respetiva Indústria em geral.

O Pólo da Moda, enquanto entidade aglutinadora e incorporadora de valor, que tem como expoente os setores do têxtil e vestuário, calçado e peles, ourivesaria e joalharia, na sua função de criação de competências e mais valias para a Moda Portuguesa, assumindo-se como elemento rede, desenvolveu ao longo dos últimos anos, um papel indispensável na execução de uma série de atividades de inegável importância na afirmação da Moda Portuguesa fora e dentro de portas.

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